MORTALIDAD INFANTIL: EVALUACIÓN DEL PROGRAMA REDE MÃE PARANAENSE EN REGIONAL DE SALUD DE PARANÁ

Autores/as

  • Amanda Netto Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Câmpus Foz do Iguaçu
  • Rosane Meire Munhak da Silva Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Câmpus Foz do Iguaçu
  • Marieta Fernandes Santos Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Câmpus Foz do Iguaçu
  • Mauren Teresa Grubisich Mendes Tacla Universidade Estadual de Londrina - UEL
  • Sebastião Caldeira Univesidade Estadual do Oeste do Paraná - Câmpus Cascavel
  • Sheila Cristina Rocha Brischiliari Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Câmpus Foz do Iguaçu

DOI:

https://doi.org/10.5380/ce.v22i1.47634

Palabras clave:

Mortalidad infantil, Evaluación en salud, Sistemas de información en salud, Causas de muerte.

Resumen

La finalidad fue analizar la mortalidad infantil en una regional de salud del estado de Paraná, antes y después de la implantación del programa Rede Mãe Paranaense. Fue utilizado el método descriptivo, retrospectivo con datos secundarios de los Sistemas de Información de la Secretaría de Salud del Estado, con datos de niños menores de 1 año y causas de óbitos, entre 2009 y 2014. Fue observado que, en el período neonatal precoz, aumentó el tamaño poblacional entre 15.000 y 50.000 del 31% al 36% de óbitos postimplantación. A pesar de la implantación del programa, visando mejorar la atención de salud de la mujer en el embarazo, parte y al recién-nacido, las muertes evitables siguieron altas, 63% pre-implantación y 51% post–implantación. Los resultados no evidenciaron reducción significativa en la mortalidad infantil después de la implantación del programa. Sin embargo, su implantación es reciente, demandando mayor tiempo para adecuaciones de los municipios con relación al programa e inversiones en las capacitaciones de los profesionales involucrados.

Biografía del autor/a

Amanda Netto, Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Câmpus Foz do Iguaçu

Formada em Enfermagem pela Unioeste - Universidade Estadual do Oeste do Paraná. Campus Foz do Iguaçu

Ex-integrante do grupo de pesquisa Nesmac - Núcleo de Estudos em Saúde da Mulher, do Adolescente e da criança.

Atualmente Enfermeira do Centro Obstétrico do Hospital Ministro Costa Cavalcanti

Rosane Meire Munhak da Silva, Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Câmpus Foz do Iguaçu

Doutoranda em Enfermagem em Saúde Pública pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto – USP. Docente da Universidade Estadual do Oeste do Paraná, na disciplina de Saúde da Criança e Saúde da Mulher.

Marieta Fernandes Santos, Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Câmpus Foz do Iguaçu

Enfermeira. Doutora em Enfermagem. Professora do curso de enfermagem na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)- Foz do Iguaçu, Paraná.

Mauren Teresa Grubisich Mendes Tacla, Universidade Estadual de Londrina - UEL

Doutora em Enfermagem em Saúde Pública, sub-área Saúde da Criança, pela Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto. Professora adjunta da Universidade Estadual de Londrina. Londrina PR. E-mail:

Sebastião Caldeira, Univesidade Estadual do Oeste do Paraná - Câmpus Cascavel

Doutor em Ciências - Cuidado em Saúde pela Universidade de São Paulo. Professor adjunto C no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS) Curso de Enfermagem na Universidade Estadual do Oeste do Paraná e Docente no Mestrado - Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu Saúde Pública em Região de Fronteira Unioeste Foz do Iguaçu PR.

Sheila Cristina Rocha Brischiliari, Universidade Estadual do Oeste do Paraná - Unioeste. Câmpus Foz do Iguaçu

6 Enfermeira. Doutoranda em Ciências da Saúde da Universidade Estadual de Maringá - UEM. Docente do curso de enfermagem da Universidade Estadual Oeste do Paraná (UNIOESTE)- Foz do Iguaçu, Paraná.

Publicado

2017-01-27

Cómo citar

Netto, A., da Silva, R. M. M., Santos, M. F., Tacla, M. T. G. M., Caldeira, S., & Brischiliari, S. C. R. (2017). MORTALIDAD INFANTIL: EVALUACIÓN DEL PROGRAMA REDE MÃE PARANAENSE EN REGIONAL DE SALUD DE PARANÁ. Cogitare Enfermagem, 22(1). https://doi.org/10.5380/ce.v22i1.47634

Número

Sección

ARTÍCULO ORIGINAL