Disaster risk communication organizational capacities at the age of extremes

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5380/dma.v67i.99225

Keywords:

extreme events, disinformation, vulnerability, disasters, civil defense

Abstract

Several studies have warned about the increasing frequency of extreme weather and climate events like heavy rainfall, extreme droughts and heat waves, which have been intensified by the climate change and accelerated by anthropogenic actions. Climate change takes place in social contexts known for constantly changing. For instance, social disparity forms, such as inequality and racism, emerge and overlap within these contexts, and it makes some people more vulnerable to disasters. Digital extremes, such as disinformation about disaster contexts, are also increasing. Organizations must have disaster-risk communication capacities at the age of extremes to respond three extremes, namely: meteorological, social and digital extremes. The aim of the current article is to discuss disaster-risk communication organizational capacities at the age of extremes. A literature review on the concept of disaster was carried out, as well as a desk research in governmental publications about municipal civil defense and protection agencies, and a qualitative field research in the second semester of 2024 in Cataguases City - Minas Gerias State and in Nova Friburgo City - Rio de Janeiro State, Brazil, which are medium- and large-sized cities in Paraíba do Sul River Basin. According to the results, municipal civil defense agencies lack financial and material resources, and it compromises their communication capacities. The human resources available are also not enough. There is lack of training actions to deal with new risk communication challenges, such as disinformation on alerts outspread on social networks and messaging apps, as observed during the field research. Furthermore, people do not know what extreme events actually are. Despite these challenges, municipal civil defense agents develop communication strategies to deal with disinformation on both social networks and messaging app groups. Finally, the article highlights the need for analyzing communication capacities in place by monitoring contingency plans’ implementation. These plans must be resilient to intersections among these meteorological, social and digital extreme scenarios.

Author Biographies

Victor Marchezini, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN)

I served as visiting postdoctoral researcher at Natural Hazards Center, University of Colorado - Boulder, with the support of Fapesp (2022-2023). I am PI of COPE Project, which is analysing the capacities of organizations to cope with extreme events. I am also co-chair of the Subseasonal Applications for Agriculture and Environment (SAGE), a project from World Meteorological Organization. Between 2020 and 2021, I was the PI of ELOS Project, which analyzed the capacities and needs of municipal civil defense units in Brazil, as requested by the National Civil Defense (with the support of UNDP). Over the past 18 years I have studied the sociology of disasters. I have experience in international projects related to disaster science and climate change adaptation, with 52 articles and nine books published in the last five years. I have experience in coordinating international networks of researchers, please see the free e-book project Reduction of Vulnerability to Disasters: from knowledge to action, which involved 87 researchers from 12 countries, represented by 28 chapters in English, Spanish and Portuguese (https://preventionroutes.weebly.com/capiacutetuloschapters.html). I am also affiliate researcher of the Warning Research Center/University College London and member of Research Committee "Sociology of Disaster" (RC 39), in the International Sociological Association (ISA) (https://www.isa-sociology.org/en/research-networks/research-committees/rc39-sociology-of-disasters/ ). I am at the Editorial Teams of Disaster Prevention and Management Journal (https://emeraldgrouppublishing.com/products/journals/editorial_team.htm?id=dpm ) and Environmental Hazards Journal (https://www.tandf.co.uk/journals/pdf/editor/tenh-board-members.pdf).My scientific life is related to disasters. From 2004 to 2011, I was researcher at Núcleo de Estudos e Pesquisas Sociais em Desastres, Federal University of São Carlos (NEPED/UFSCar). My PhD in Sociology (2013) was about disaster recovery process. At NEPED/UFSCar I also did my master in sociology, studying the temporary shelter in disasters (2010). I also has a Master in Human Rights, Global Risk Management and Disaster Prevention Policies (Henry Dunant Fundation-Chile, 2012). Since 2014, I am researcher at Cemaden/MCTIC, where I have been interacting with researchers from different expertise and stakeholders as civil defense officers. I am also teaching about disaster science. I am professor at the Doctorate Program on Earth System Science at the National Institute for Space Research (PGCST/INPE), and at the Postgraduate Program on Disaster Science (ICT/Unesp - Cemaden/MCTIC). Since 2020, Marchezini is the Director of Social-Environmental Extremes Lab (UNSEEL). (Source: Lattes Curriculum)

Monique Ribeiro Polera Sampaio, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Ciências do Sistema Terrestre do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (PGCST/INPE) desde 2024, com financiamento da FAPESP. Integrante do Projeto COPE (Capacidades Organizacionais de Preparação para Eventos Extremos), concentrando-se nas áreas de pesquisa voltadas à Percepção e Comunicação de Riscos.Mestre em Ciências pela Universidade de São Paulo (2021-2023), com período de estágio em pesquisa na Katholieke Universiteit Leuven - Bélgica (2022-2023). Durante o mestrado, desenvolveu pesquisas e trabalhos acadêmicos nas áreas de Teoria e Epistemologia da Comunicação, Media Literacy e Digital Skills. No mesmo período, foi Bolsista de Jornalismo Científico da FAPESP (2021-2023), desenvolvendo projetos práticos e teóricos no contexto do Programa Midia Ciência.Bacharel em Jornalismo pela Faculdade Cásper Líbero (2020), tendo sido bolsista de Iniciação Científica em Teorias e Processos da Comunicação (2019), com financiamento do Centro Interdisciplinar de Pesquisa (CIP). 

Paula Sayeko Souza Oda, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Doutoranda em Ciência do Sistema Terrestre (CST) pelo Programa de Pós Graduação do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Mestre em Meio Ambiente e Recursos Hídricos pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) sob orientação do Profa. Dra. Daniela Rocha Teixeira Riondet-Costa e coorientação do Prof. Dr. Enrique Vieira Mattos (2020-2022). Master of Business Administration (MBA) em Gestão Urbana, Planejamento e Desenvolvimento Sustentável pelo Centro Universitário Internacional (2021-2022). Bacharel em Ciências Atmosféricas pela Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI) (2016-2019). Durante a graduação participou do projeto de pesquisa sobre Radiação UV biologicamente ativa: Novas perspectivas no conhecimento de sua interação com componentes da atmosfera a partir de medidas espectrais, sob a orientação do Prof. Dr. Marcelo de Paula Corrêa (2017-2018) e atuou desenvolvendo pesquisas na área de Relâmpagos sob orientação do Prof. Dr. Enrique Vieira Mattos (2018-2020). Atualmente desenvolve pesquisas na área de Desastres Naturais, Unidades de Conservação e Políticas Públicas.

André Luiz Martins Cotting, Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN), Universidade Estadual Paulista “Júlio de Mesquita Filho” (UNESP)

Bacharel em Ciências e Humanidades (2022) e Bacharel em Planejamento Territorial (2023) pela Universidade Federal do ABC (UFABC). Durante a graduação, fui Bolsista na elaboração de Planos Municipais de Redução de Riscos (PMRR) (2020-2021). Também realizei estágios no Sebrae/SP (2021-2022) e na Prefeitura do Município de Diadema (2022-2023), ambos na área de políticas públicas. Atualmente, sou Discente do Mestrado Acadêmico em Desastres, pela Universidade Estadual Paulista (Unesp), em parceria com o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres (Cemaden), sendo bolsista do Projeto Capacidades Organizacionais de Preparação para Eventos Extremos (COPE), financiado pela Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).

Karolina Gameiro Cota Dias, Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE)

Aluna de doutorado em Ciência do Sistema Terrestre pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais. Mestre em Sensoriamento Remoto pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE). Possui graduação em Geografia (Bacharelado e Licenciatura) pela Universidade Federal Fluminense. Tem experiência na área de Geociências, com ênfase em Geografia e Sensoriamento Remoto, atuando principalmente em estudos relacionados a Movimentos de Massa, Mapeamento Geomorfológico e Geomorfométrico, Desastres e Vulnerabilidade Socioeconômica.

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Published

2026-05-29

How to Cite

Marchezini, V., Sampaio, M. R. P., Oda, P. S. S., Cotting, A. L. M., & Dias, K. G. C. (2026). Disaster risk communication organizational capacities at the age of extremes. Desenvolvimento E Meio Ambiente, 67, 241–266. https://doi.org/10.5380/dma.v67i.99225

Issue

Section

Communication of socio-environmental risks and disasters