Expanding dialogue: using digital communication as education tool to reduce landslide-related disaster risks

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5380/dma.v67i.98169

Keywords:

digital communication, education, landslides, disasters, risk reduction

Abstract

The present study is an investigation on the role of digital communication as tool contributing to landslide-related Education for Disaster Risk Reduction (EDRR) based on using “Encosta Viva” [Living Slopes] Project experiences due to the observed increase in extreme climate events and social vulnerability. Digital communication principles, mainly interactivity and multi-directionality, open room for new forms of information production, consumption, spread and sharing, besides playing relevant role in the disaster risk reduction field, according to which, knowledge production, based on the effective participation of the general public in it, is desired. The current study assesses how the project uses digital platforms – website and Instagram – as educational instrument by analyzing content, engagement and users up to December 2024. According to the results, digital communication provides significant EDRR potential because it allows continuous interaction between different sectors, including expert researchers, students and the general public through digital dialogism and inter-disciplinary actions. The reported experience also highlights the role of interdisciplinary university extension in developing the aforementioned project by connecting professors, students and communities. This association enables articulating university and society, which opens room for knowledge, practices and social experiences systematization. The analysis of networks (Souza & Quandt, 2008) allowed discovering new methodological possibilities, and it helped identifying the satisfactory communication practices and those demanding improvements, in addition to discussing the target audience. The research also enabled identifying challenges and highlighted the need for constant media content production and the uneven access to the internet.

Author Biographies

Luana Carmelina Rodrigues Monteiro, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Graduanda em Comunicação Social/ Jornalismo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Louise Wittmann Fillies, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Graduanda de Comunicação Social/ Rádio e TV da Universidade Federal da UFRJ (UFRJ)

Marcos Barreto de Mendonça, Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ)

Doutor em Engenharia Civil (área de Geotecnia) pela COPPE/Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). É Professor da Escola Politécnica da UFRJ, atuando na graduação em Engenharia Civil e nos programas de pós graduação em Engenharia Civil , em Engenharia Ambiental (PEA) e em Engenharia Urbana (PEU) da UFRJ. É professor colaborador do programa em Defesa e Segurança Civil da UFF. Atua nas áreas de geotecnia e de riscos de desastres associados a movimentos de massa, incluindo a educação para redução de riscos. É membro do INCT- Reageo (Instituto Geotécnico de Reabilitação do Sistema Encosta-Planície). É Bolsista CNPq de Produtividade em Pesquisa.

References

Alexander, D. E. (2014). Social media in disaster risk reduction and crisis management. Science and Engineering Ethics, 20, 717-733. https://doi.org/10.1007/s11948-013-9502-z

Beck, U. (2011). Sociedade de risco: Rumo a uma outra modernidade. Editora 34.

Bueno, W. C. (2010). Comunicação científica e divulgação científica: Aproximações e rupturas conceituais. Informação & Informação, 15, 1-12. https://ojs.uel.br/revistas/uel/index.php/informacao/article/view/6585/6761

Bruns, A. (2005). Gatewatching: Collaborative online news production. Peter Lang.

Centre for Research on the Epidemiology of Disasters & United Nations International Strategy for Disaster Risk Reduction. (2019). Economic losses, poverty & disasters: 1998–2017. CRED-UNISDR. https://www.undrr.org/publication/economic-losses-poverty-disasters-1998-2017

Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais. (2025). Cemaden. https://www.gov.br/cemaden/pt-br

Covello, V. T., & Sandman, P. M. (2001). Risk communication: Evolution and revolution. In A. Wolbarst (Ed.), Solutions to an environment in peril (pp. 164–178). Johns Hopkins University Press.

Constituição da República Federativa do Brasil de 1988. (1988). Atlas.

Covello, V. T., Slovic, P., & von Winterfeldt, D. (1986). Risk communication: A review of the literature. https://www.researchgate.net/publication/285817518

Da-Silva-Rosa, T., Mendonça, M. B., Monteiro, T. G., Matos, R. S., & Lucena, R. (2015). Environmental education as a strategy for reduction of socio-environmental risks. Ambiente & Sociedade, 18(3), 209-228. https://doi.org/10.1590/1809-4422ASOC1099V1832015

Eyerkaufer, M. L., & Sedlacek, A. C. (2018). Governança em riscos e desastres a partir da gestão e modelagem de processos colaborativos de trabalho. Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental, 7, 166-185. https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e02018166-185

Ferraretto, L. A., & Kischinhevsky, M. (2010). Rádio e convergência: Uma abordagem pela economia política da comunicação. Revista Famecos, 17(3), 173-180. https://revistaseletronicas.pucrs.br/ojs/index.php/revistafamecos/article/download/8185/5873/

Freire, P. (1983). Extensão ou comunicação? Paz e Terra.

García-Avilés, J. A., Salaverría, R., & Masip, P. (2008). Convergencia tecnológica, profesional y empresarial en los medios de comunicación españoles. In P. Masip (Ed.), Convergencia digital (pp. 45-70). Ariel.

Gariano, S. L., & Guzzetti, F. (2016). Landslides in a changing climate. Earth-Science Reviews, 162, 227-252. https://doi.org/10.1016/j.earscirev.2016.08.011

Gómez, D., García, E. F., & Aristizábal, E. (2023). Spatial and temporal landslide distributions using global and open landslide databases. Natural Hazards, 117, 25-55. https://doi.org/10.1007/s11069-023-05848-8

Guimarães, M. C. S., Silva, C. H., & Noronha, I. M. H. R. (2009). I é a resposta, mas qual é a pergunta? Primeiras anotações para a implementação de repositório institucional. In L. Sayão et al. (Eds.), Implantação e gestão de repositórios institucionais: políticas, memória, livre acesso e preservação (pp. 261-28). EDUFBA. https://www.arca.fiocruz.br/handle/icict/1342

Hernández-Moreno, G., & Alcántara-Ayala, I. (2017). Landslide risk perception in Mexico: A research gate into public awareness and knowledge. Landslides, 14, 351-371. https://doi.org/10.1007/s10346-016-0683-9

Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (2024). Acesso à internet e à televisão e posse de telefone móvel celular para uso pessoal: PNAD Contínua 2022–2023. https://biblioteca.ibge.gov.br/visualizacao/livros/liv102107_informativo.pdf

Intergovernmental Panel on Climate Change. (2014). Climate change 2014. Cambridge University Press. https://www.ipcc.ch/

Kitagawa, K. (2021). Conceptualising disaster education. Education Sciences, 11(5), 233. https://doi.org/10.3390/educsci11050233

Kunsch, M. M. K., & Kunsch, W. L. (Orgs.). (2007). Relações públicas comunitárias: A comunicação numa perspectiva dialógica e transformadora. Summus.

Loose, E. B., Moraes, C. H., & Massier, C. (2021). Comunicação de riscos e desastres versus comunicação para mitigação e adaptação: aproximações teóricas para avançar no enfrentamento das mudanças climáticas. In La comunicación del cambio climático, una herramienta ante el gran desafío. Dykinson. https://www.researchgate.net/publication/356565512_COMUNICACAO_DE_RISCOS_E_DESASTRES_VERSUS_COMUNICACAO_PARA_MITIGACAO_E_ADAPTACAO

Marchezini, V., & Londe, L. R. (2018). Sistemas de alerta centrados nas pessoas. Revista Gestão & Sustentabilidade Ambiental, 7, 525-558. https://doi.org/10.19177/rgsa.v7e02018525-558

Mendonça, M. B. (2024). Encosta viva: Popularizando o tema dos deslizamentos de terra na sociedade. Fórum UFRJ em Revista, 2(1), 16-19. https://doi.org/10.29327/2290975.2.1-4

Mendonça, M. B., & Abrantes, M. F. P. (2021). Oficina educativa sobre desastres associados a deslizamentos de terra em escolas municipais do Rio de Janeiro. VII Conferência Brasileira sobre Estabilidade de Encostas. https://encostaviva.poli.ufrj.br/wp-content/uploads/2023/10/Artigo-publicado_c306.pdf

Mendonça, M. B., Da Silva Rosa, T., & Bello, A. R. (2019a). Transversal integration of geohydrological risks in an elementary school in Brazil: A disaster education experiment. International Journal of Disaster Risk Reduction, 39, 101213. https://doi.org/10.1016/j.ijdrr.2019.101213

Mendonça, M. B., & Lucena, R. (2013). Atividades socioeducativas para a redução de desastres associados a deslizamentos. Revista de Comunicação e Educação Ambiental, 3, 109-123.

Mendonça, M. B., Ribeiro, F. P., Provenzano, Y. K., Motta, M. R. G., & Kurtenbach, E. (2019b). “Um dia a terra cai”: Oficina educativa sobre desastres associados a deslizamentos em um museu de ciências. Anais do III Congresso Brasileiro de Redução de Riscos e Desastres. https://encostaviva.poli.ufrj.br/wp-content/uploads/2021/02/III-CBRRD-Educacao_compressed.pdf

Mendonça, M. B., & Valois, A. S. (2017). Disaster education for landslide risk reduction: An experience in a public school in Rio de Janeiro State, Brazil. Natural Hazards, 89(1), 351-365. https://doi.org/10.1007/s11069-017-2968-2

Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional. Secretaria de Proteção e Defesa Civil. Universidade Federal de Santa Catarina. Centro de Estudos e Pesquisas em Engenharia e Defesa Civil. (2024). Atlas digital de desastres no Brasil. MIDR. https://atlasdigital.mdr.gov.br/

Moreira, M. A. (2021). A interferência dos algoritmos responsáveis por filtragem de conteúdo em mídias sociais virtuais na percepção da realidade dos seus usuários [Trabalho de conclusão de curso, Bacharelado em Ciência Política]. Biblioteca Digital da Produção Intelectual Discente. https://bdm.unb.br/handle/10483/31087

National Research Council. (1989). Improving risk communication. National Academies Press. https://doi.org/10.17226/1189

Ngo, E. B. (2012). Elderly people and disaster. In B. Wisner, J. C. Gaillard, & I. Kelman (Eds.), Handbook of hazards and disaster risk reduction (pp. 447–458). Routledge. https://doi.org/10.4324/9780203844236

Oliveira, U. V. de, Costa, R. C. da, & Freitas, J. G. de. (2023). What makes risk communication efficient? Stakeholders' perceptions in the management of contaminated sites. Ambiente & Sociedade, 26, 1-24. https://doi.org/10.1590/1809-4422asoc0061r1vu2023L3OA

Organização das Nações Unidas Brasil. (2020). 80% dos deslocados por desastres e mudanças climáticas são mulheres. https://brasil.un.org/pt-br/157806-cop26-80-dos-deslocados-por-desastres-e-mudan%C3%A7as-clim%C3%A1ticas-s%C3%A3o-mulheres

Othon, R. A. A., & Coelho, M. G. P. (2016). Comunicação de marcas em redes sociais na internet. Observatório, 2(3), 221-245. https://hal.science/hal-01571031/document

Paula, L. M., Ruiz, A. S., Pereira, G. R., Andrade, V. A., Coutinho-Silva, R., & Kurtenbach, E. (2015). Um sábado de grandes descobertas: Um olhar acerca dos sábados da Ciência do Espaço Ciência Viva no Rio de Janeiro. Latin American Journal of Science Education, 1, 22011-1–22011-14. https://lajse.org/nov14/22011_Paula.pdf

Petal, M. (2008). Education in disaster risk reduction. In R. Shaw & P. Krishnamurthy (Eds.), Disaster management: Global challenges and local solutions (pp. 285-320). University Press. https://www.researchgate.net/publication/312489763

Projeto Encosta Viva. (2024). Encosta Viva. https://encostaviva.poli.ufrj.br/

Reginensi, C., Mendonça, M. B., & Da Silva Rosa, T. (2022). Roda de conversa sobre riscos de desastres associados a deslizamentos na Rocinha (Rio de Janeiro, Brasil): Experiências de luta, resistência, saberes e arte. Revista Desenvolvimento e Meio Ambiente, 60, 757-776. https://doi.org/10.5380/dma.v60i0.79682

Reuters Institute. (2024). Digital news report 2024. https://reutersinstitute.politics.ox.ac.uk/digital-news-report/2024

Rinaldi, A., & Barreiros, D. (2007). A importância da comunicação de riscos para as organizações. Organicom, 4(6), 136-147. https://doi.org/10.11606/issn.2238-2593.organicom.2007.138930

Rohrmann, B. (2008). Risk perception, risk attitude, risk communication, risk management: A conceptual appraisal. Proceedings of the International Emergency Management Society Annual Conference. https://tiems.info/dmdocuments/events/TIEMS_2008_Bernd_Rohrmann_Keynote.pdf

Roslan, M. Z. H., Sofyan, D., Oluwatoyin, I. M., Rojo, J. R., & Abdullah, K. H. (2022). A scientometric review of disaster education: Does it matter? Journal of Metrics Studies and Social Science, 1(2), 101-111. https://doi.org/10.3390/educsci11050233

Ruszczyk, H. A., Upadhyay, B. K., Kwong, Y. M., Khanal, O., Bracken, L. J., Pandit, S., & Bastola, R. (2020). Empowering women through participatory action research in community-based disaster risk reduction efforts. International Journal of Disaster Risk Reduction, 51, 101763. https://doi.org/10.1016/j.ijdrr.2020.101763

Salaverría, R., & García Avilés, J. A. (2008). La convergencia tecnológica en los medios de comunicación: Retos para el periodismo. Trípodos, 23, 31–47. https://raco.cat/index.php/Tripodos/article/view/118910

Souza, Q., & Quandt, C. (2008). Metodologia de análise de redes sociais. In F. Duarte, C. Quandt, & Q. Souza (Orgs.), O tempo das redes (pp. 31-63). Perspectiva. https://www.academia.edu/257818

Tominaga, L. K., Santoro, S., & Amaral, R. (Orgs.). (2009). Desastres naturais: Conhecer para prevenir. Instituto Geológico. https://www.infraestruturameioambiente.sp.gov.br/wp-content/uploads/sites/233/2017/05/Conhecer_para_Prevenir_3ed_2016.pdf

United Nations Educational, Scientific and Cultural Organization. (2005). Knowledge, innovation and education: Building a culture of safety and resilience. https://www.unisdr.org/2005/wcdr/thematic-sessions/presentations/panel-cluster3/programme-panel-cluster3.pdf

United Nations International Strategy for Disaster Risk Reduction. (2015). Sendai framework for disaster risk reduction 2015–2030. https://www.undrr.org/publication/sendai-framework-disaster-risk-reduction-2015-2030

Valêncio, N., Siena, M., & Marchezini, V. (2009). Maquetes interativas: Fundamentos teóricos, metodológicos e experiências de aplicação. In N. Valêncio et al. (Orgs.), Sociologia dos desastres: Construção, interfaces e perspectivas no Brasil (pp. 199-215). RiMa Editora. https://defesacivil.es.gov.br/Media/DefesaCivil/Publicacoes/Outros/Livro-Sociologia-Dos-Desastres.pdf

Valeri, J. (2023, 21 de agosto). Segundo ONU, mulheres representam 80% das pessoas forçadas a migrar por mudanças climáticas. Jornal USP. https://jornal.usp.br/campus-ribeirao-preto/segundo-onu-mulheres-representam-80-das-pessoas-forcadas-a-migrarem-por-mudancas-climaticas/

Xavier, A. (2010). Hipertexto e gêneros digitais: Novas formas de construção de sentido. In L. A. Marcuschi & A. C. S. Xavier (Orgs.), Hipertexto e gêneros digitais. Cortez.

Xavier, F., Olenscki, J. R. W., Acosta, A. L., Sallum, M. A. M., & Saraiva, A. M. (2020). Análise de redes sociais como estratégia de apoio à vigilância em saúde durante a Covid-19. Estudos Avançados, 34, 167-184. https://doi.org/10.1590/s0103-4014.2020.3499.016

Wu, J. H., & John, S. D. (2021). The ethics of COVID-19 risk communication. Journal of General Internal Medicine, 36, 1092-1903. https://doi.org/10.1007/s11606-021-06600-3

Published

2026-06-18

How to Cite

Monteiro, L. C. R., Fillies, L. W., & Mendonça, M. B. de. (2026). Expanding dialogue: using digital communication as education tool to reduce landslide-related disaster risks. Desenvolvimento E Meio Ambiente, 67, 530–558. https://doi.org/10.5380/dma.v67i.98169

Issue

Section

Communication of socio-environmental risks and disasters