Prohibitions on Criminal Non-Prosecution Agreements in Public Prosecutor's Office Regulations: constitutional debates between equality of treatment and legality principle

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5380/rinc.v13i1.97982

Keywords:

criminal non-prosecution agreement; subjective requirements; regulations of the Public Prosecutor's Offices; principle of legality; Constitution.

Abstract

This article examines the regulations issued by the Public Prosecutor’s Offices of Brazil’s federal units, as well as the guidelines of the National Council of the Public Prosecutor’s Office, regarding the “acordo de não persecução penal” (criminal non-prosecution agreement, ANPP). The aim was to identify regulatory guidance on the subjective criterion for its admissibility, namely the necessity and sufficiency of the agreement to ensure the reprobation and prevention of crime. Based on bibliographic and documentary research, the article seeks to answer the following questions: (1) What prohibitions on the ANPP are established in the internal regulations of the Public Prosecutor’s Offices of Brazil’s federal units?; and (2) Is the creation of abstract prohibitions on the ANPP in sub-statutory regulations compatible with the principle of statutory reserve enshrined in the 1988 Federal Constitution? The findings reveal that fourteen regulations do not add any guidelines; five refer to sentencing factors (Article 59 of the Brazilian Penal Code, as a rule), criminology, and criminal policy as criteria to justify “necessity and sufficiency”; two introduce abstract and relative prohibitions concerning specific crimes (privileged drug trafficking and racism); and nine categorically prohibit the ANPP, in an abstract and absolute manner, for heinous crimes. It is concluded that there is no constitutional violation of the principle of legality in the creation of prohibitions on the ANPP in sub-statutory regulations issued by the Public Prosecutor’s Offices. However, such prohibitions should not be established in an abstract and absolute way; rather, they should be framed as a rule that requires concrete reasoning and may be subject to exceptions depending on the specific circumstances of the case.

Author Biographies

Monique Vaz Carvalho, Instituto Brasileiro de Ensino

Mestranda em Direito Constitucional do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa – IDP (Brasília, DF, Brasil). Graduada pelo Centro Universitário de Brasília (UNICEUB/DF). Analista judiciária do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Assessora de ministro da Terceira Seção do STJ.

Vinicius Gomes de Vasconcellos, Universidade de São Paulo

Professor Doutor da Universidade de São Paulo (São Paulo, SP, Brasil). Professor dos PPGs em Direito (Mestrado/Doutorado) do Instituto Brasileiro de Ensino, Desenvolvimento e Pesquisa – IDP (Brasília, DF, Brasil) e da Universidade Católica de Brasília (Brasília, DF, Brasil). Doutor em Direito pela USP, com período de sanduíche na Universidad Complutense de Madrid, Espanha, e de pós-doutoramento na UFRJ. Mestre em Ciências Criminais e Bacharel em Direito pela PUCRS. Editor-chefe da Revista Brasileira de Direito Processual Penal (RBDPP). Pesquisador com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF, Brasil), financiado no Edital 05/2024 (Demanda Espontânea). Advogado.

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Published

2026-04-04

How to Cite

CARVALHO, Monique Vaz; VASCONCELLOS, Vinicius Gomes de. Prohibitions on Criminal Non-Prosecution Agreements in Public Prosecutor’s Office Regulations: constitutional debates between equality of treatment and legality principle. Revista de Investigações Constitucionais, [S. l.], v. 13, n. 1, p. e526, 2026. DOI: 10.5380/rinc.v13i1.97982. Disponível em: https://revistas.ufpr.br/rinc/article/view/97982. Acesso em: 22 jul. 2026.

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