A report on the experience of risk communication by volunteer researchers during the 2024 climate disaster in Rio Grande do Sul, Brazil

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5380/dma.v67i.99041

Keywords:

Disaster Risk Reduction, Risk communication, Climate Adaptation, Rio Grande do Sul, disasters

Abstract

The climate disaster of April and May 2024 in Rio Grande do Sul occurred in a context of climate change, which has been intensifying extreme events in the region. The crisis caused by extraordinary rainfall exposed structural and risk management failures, highlighting the urgent need for effective communication. This article presents a chronology of the disaster and a report on the voluntary actions of researchers in producing and disseminating essential information, including Guaíba water level forecasts, risk maps, technical support in the Taquari Valley, shelter monitoring, sanitation information, and the Maps Repository. Pioneering analyses of the flood impacts were crucial for a rapid understanding of the event. The report highlights challenges such as technological limitations, difficulties in coordinating with public management, and the absence of a robust institutional system. The lack of watershed agencies compromises integrated water resource management and long-term disaster response. The event reinforces the need for substantial investments in water governance, monitoring infrastructure, and adaptation strategies to strengthen society’s resilience.

Author Biographies

Iporã Possantti, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Hidrólogo. Graduado em Engenharia Ambiental, é Mestre e Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pelo Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Atua como pesquisador de pós-doutorado e consultor técnico em projetos de planejamento ambiental e gestão de recursos hídricos, com enfoque na aplicação de modelos ambientais.

Camila Bellaver Alberti, World Resources Institute Brasil

Mestre em Planejamento Urbano e Regional (PROPUR/UFRGS), com pesquisa sobre justiça climática e cidades brasileiras. Arquiteta e urbanista (UFRGS). Realizou mobilidade acadêmica no Institute for Housing and Urban Development Studies (IHS, Rotterdam). Atualmente, é Analista de Desenvolvimento Urbano no WRI Brasil, atuando em projetos de transformação urbana e políticas públicas voltadas ao desenvolvimento urbano e ao clima.

Fernando Jorge Corrêa Magalhães Filho, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professor Adjunto de Saneamento Ambiental no Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH/UFRGS), Bolsista Produtividade (CNPq), Coordenador Executivo do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Soluções baseadas na Natureza - INCT SbN (CNPq/CAPES/FAPERGS), Membro do Conselho Superior de Regulação da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento do Rio Grande do Sul (AGESAN) e foi indicado pelo IPH/UFRGS para o Conselho Deliberativo do DMAE (Porto Alegre/RS). Doutor em Saneamento Ambiental e Recursos Hídricos (UFMS), com Pós-Doutorado (UFMS) envolvendo mobilidade na Aarhus University (Dinamarca) e Universidad Tecnológica de Pereira (Colômbia). Engenheiro Sanitarista e Especialista em Gestão de Projetos (USP). Atuou como docente e pesquisador na S-INOVA/UCDB (2013-2022), Professor Visitante na UFMS (2022), entre outras (Estácio de Sá, UNIDERP e UNOESC) e consultor em diversas instituições (WWF, DNIT, AEGEA, SANEAGO, SEMAE, Veolia, FAPEC, FEENG, FLE, MPMS, TCE-MS, Prefeituras e outras). Foi Presidente da Associação Brasileira de Engenharia Sanitária e Ambiental em MS (2021-2023) e reativou o Programa Jovens Profissionais do Saneamento - JPS. É revisor de dezenas de periódicos internacionais, possui mais de 80 publicações (h-index: 11) entre artigos científicos, livros e capítulos de livros na área de Gestão, Governança, Tratamento e Reúso de Águas. Tem atuado na integração empresa-universidade-governo com projetos socioambientais e de tecnologia e inovação com foco em: tomada de decisão, soluções baseadas na natureza, saneamento focado em recursos, abordagem nexo (água, energia e alimento) e economia circular.

Fernando Mainardi Fan, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professor Adjunto do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Por mais de uma década eu venho me dedicando para questões ambientais, especialmente às relacionadas com nossos recursos hídricos. O meu propósito é ajudar a transformar o mundo em um lugar com mais qualidade de vida, mais seguro e mais sustentável, através da minha atuação no ensino, na pesquisa, na extensão e no desenvolvimento de projetos.

Guilherme Fernandes Marques, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Guilherme Marques é professor do IPH/UFRGS e coordenador do Nucleo de Pesquisa em Planejamento e Gestão de Recursos Hídricos, o GESPLA. Atua também como representante no comitê de bacias do Rio Gravataí, como presidente do conselho superior de regulação da Agência Reguladora Intermunicipal de Saneamento do Rio Grande do Sul (AGESAN-RS) e editor associado da revista Sustainable Water Resources Management (Springer Nature). É doutor em engenharia de recursos hídricos e ambiental pela Universidade da Califórnia, Davis e atua a área de sistemas de suporte à decisão, economia de recursos hídricos e instrumentos de gestão. Tem experiência em modelos matemáticos de otimização hidro-econômicos, análise de alocação da água, operação de sistemas integrados de reservatórios, geração hidrelétrica, vazões ecológicas, análise para sustentabilidade financeira de sistemas e valoração econômica de ativos ambientais. Desenvolve trabalhos de pesquisa científica e extensão na área, com captação de projetos em agências de fomento no Brasil e exterior, ensina em cursos de graduação e pós-graduação da UFRGS e atua como consultor do Banco Mundial em projetos sobre segurança hídrica, gestão de recursos hídricos e preparo e adaptação às mudanças climáticas.

Igor Nicolini, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Arquiteto e Urbanista pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2023). Atualmente é mestrando em Planejamento Urbano e Regional no PROPUR/UFRGS e é coordenador de projetos urbanos e regularização fundiária pelo coletivo Mãos. Arquitetura. Terra. Território., também é conselheiro deliberativo do Departamento Municipal de Habitação (DEMHAB) de Porto Alegre pelo Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB/RS). Na academia participou de diversos projetos de extensão e de pesquisa; desenvolveu projetos urbanos, práticas participativas de projeto e assistência técnica para comunidades empobrecidas; além de pesquisas envolvendo periferias, revisão sistemática de literatura e direito à cidade. Recebeu mensão honrosa do IAB/RS pelo Trabalho de Conclusão de Curso Plano de Bairro Morro da Cruz: permanência e qualificação da comunidade. Temas de interesse: extensão universitária, planejamento urbano e regional, direito à cidade, lutas urbanas, assistência técnica para comunidades populares e movimentos sociais e habitação de interesse social.

José Augusto Müller Neto, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

José Augusto Müller Neto é doutorando em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), onde também concluiu o mestrado na mesma área e a graduação em Engenharia Ambiental. Sua trajetória acadêmica é voltada para o estudo de geotecnologias aplicadas a temas como mudanças climáticas, adaptação costeira, ordenamento territorial e avaliação de riscos ecológicos.Possui ampla experiência na utilização de Sistemas de Informação Geográfica (SIG), Sensoriamento Remoto e modelagem computacional em projetos acadêmicos e colaborativos com entes públicos e privados, contribuindo para o desenvolvimento de soluções inovadoras em sustentabilidade, ESG e políticas públicas. Entre seus interesses acadêmicos destacam-se a integração de ferramentas de análise espacial e a proposição de estratégias baseadas em dados para o desenvolvimento sustentável.Atualmente, desenvolve pesquisas relacionadas à modelagem socioambiental em áreas costeiras e marinhas, buscando subsidiar políticas de adaptação às mudanças climáticas e promoção da resiliência ecológica.

Leonardo Laipelt dos Santos, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Doutorando no Programa de Pós Graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (PPGRHSA), no Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH-UFRGS). Msc. Engenheiro Ambiental, formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Experiência nas áreas de Sensoriamento Remoto, com enfoque em recursos hídricos, processos hidrometeorológicos e modelos de evapotranspiração. Atualmente, sua pesquisa é voltada para o desenvolvimento de modelos de evapotranspiração utilizando a plataforma Google Earth Engine e o de tecnologias para análises hidrológicas em escala nacional. Estudos atuais também abrangem análises dos impactos nos fluxos energéticos entre a superfície e a atmosfera devido ao desmatamento e áreas úmidas da América do Sul.

Laura Azeredo, World Resources Institute Brasil

É mestre em Políticas Públicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e possui graduação em Arquitetura e Urbanismo pela mesma universidade. Tem especialização em Gestão Estratégica do Território Urbano pela Unisinos. Cursou o diplôme inter-universitaire (formação continuada, nível pós master) Agir en situation métropolitaine: le cas du Grand Paris pela Ecole d'Urbanisme de Paris em parceria com o Institut d'Aménagement et Urbanisme (IAU) (2018). Atua como Coordenadora de Desenvolvimento Urbano no WRI Brasil. Tem experiência na área de políticas públicas urbanas, com ênfase em gestão urbana e financiamento de cidades, implementação de instrumentos urbanísticos, planejamento urbano e regional, além do apoio à elaboração de políticas urbanas municipais e nacionais.

Lucas George Wendt, Universidade do Vale do Taquari

Mestre em Ciência da Informação pelo Programa de Pós-Graduação em Ciência da Informação - PPGCIN da Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS (2024). Mestrando em Museologia e Patrimônio pelo Programa de Pós-Graduação em Museologia e Patrimônio - PPGMusPa da UFRGS. Especialista em Comunicação Institucional pela Faculdade de Desenvolvimento do Rio Grande do Sul - Fadergs (2021). Bacharel em Biblioteconomia pela Universidade de Caxias do Sul - UCS (2021). Bacharel em Jornalismo pela Universidade do Vale do Taquari - Univates (2017). Acadêmico de Arquivologia no Centro Universitário Leonardo da Vinci (Uniasselvi). Secretário eleito para a diretoria da Rede Brasileira de Jornalistas e Comunicadores de Ciência - RedeComCiência (Gestão 2023/2024). Atua como assessor de imprensa na Universidade do Vale do Taquari - Univates, instituição onde já atuou em diferentes áreas, inclusive como docente do ensino técnico entre 2020 e 2021. Participa de diferentes grupos de pesquisa e projetos de forma voluntária. Tem experiência em Comunicação (Jornalismo, Jornalismo científico, Fotografia, Divulgação Científica); Informação (Biblioteconomia, Ciência da Informação, Cientometria, Comunicação Científica, Estudos Métricos da Informação); Cultura (Museologia, Patrimônio); e Arquivologia. Seus interesses de pesquisa são em Estudos Métricos da Informação, Cientometria, História das Ciências, História da Informação Científica, História dos Museus, História dos Arquivos, História das Bibliotecas e História das Geociências.

Luiz Carlos Oliveira da Silva, Universidade do Vale do Taquari

Graduado em Ciências Biológicas - Licenciatura (2022) ,e Ciências Biólogicas - Bacharel (2024), pela Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES, onde atuou como bolsista de Iniciação Científica de 2014 até 2024. Possui experiência nas áreas de biocontrole e taxonomia de ácaros de grupos recentes, entomologia, biotecnologia, fisiologia vegetal, biologia molecular, biologia celular, microbiologia agrícola, génetica mocrobiana, seleção de microorganismos, bactérias promotores de crescimento vegetal, com ênfase nas respostas de plantas a estresses bióticos e abióticos e sustentabilidade agrícola. Na área da educação atuou como bolsista do Programa Institucional de bolsas de Iniciação à Docência - PIBID (2014/2018), nas áreas de Ciências Biológicas e Interdiciplinar. Atulmente trabalha como supervisor de produção na empresa Beifiur Ltda, voltada a produção de fungos.

Matheus Sampaio Medeiros, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Engenheiro Hídrico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS), com experiência acadêmica e prática na área de recursos hídricos. Atualmente, é mestrando no Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH/UFRGS), com foco em modelagem hidrológica e previsão de níveis e vazões para eventos extremos.Possui experiência em geoprocessamento, hidrologia, hidráulica, modelagem hidrológica e hidrodinâmica, utilizando programação em Python/MatLab/Fortran. Recentemente, atuou como previsor hidrológico voluntário durante o evento extremo histórico que ocorreu em maio de 2024, no Rio Grande do Sul, colaborando diariamente com análises e recomendações relevantes para apoiar a tomada de decisão da população e dos governantes. Participou de projetos voltados à análise de cheias extremas, estimativas de mancha de inundação, estudo estatístico de níveis máximos e simulações de grandes bacias hidrográficas.

Rafael Rodrigo Eckhardt, Universidade do Vale do Taquari

Mestre em Geoprocessamento e Sensoriamento Remoto pelo CEPSRM-UFRGS (2008), especialista em Docência Universitária na Contemporaneidade pela UCS (2020) e graduado em Ciências Biológicas pela Universidade do Vale do Taquari - Univates (2005). Atualmente é Coordenador Pedagógico do Curso de Medicina da Univates e professor dos cursos de graduação em Medicina, Ciências Biológicas - Licenciatura e Bacharelado e Engenharia Ambiental. Tem experiência na coordenação de cursos de graduação e pós-graduação, formação docente, saúde e sociedade, saúde ambiental, desastres naturais, gestão ambiental, sustentabilidade, geoprocessamento e sensoriamento Remoto.

Rodrigo Cauduro Dias de Paiva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professor do Instituto de Pesquisas Hidráulicas (IPH) da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Desenvolve ensino e pesquisa em hidrologia, modelos hidrodinâmicos e observações de satélite no contexto de mudanças ambientais e gestão dos recursos hídricos. Coordenou recentemente os projetos "Tecnologias para Análises Hidrológicas em Escala Nacional" e "Caracterização e Modelagem das Cheias de 2024 no RS em Escala Regional", financiados pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico. Estudos recentes incluem a análise da sensibilidade e impactos de variabilidade e mudanças climáticas sobre vazões de cheias e secas e na segurança hídrica na escala da América do Sul, processos hidrodinâmicos de cheias naturais e de rompimentos de barragens, previsão e hidrologia da bacia Amazônica. Em 2024 atuou desenvolvendo análises hidrológicas em resposta aos eventos extremos recentes no sul do Brasil.

Sofia Royer Moraes, Universidade do Vale do Taquari

Engenharia Ambiental, formada pela Universidade do Vale do Taquari - UNIVATES, Mestre em Sensoriamento Remoto e Geoprocessamento pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS. Atualmente é Doutoranda em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental no Instituto de Pesquisas Hidráulicas - IPH na UFRGS. Experiência acadêmica e profissional com projetos científicos, estudos e aplicações de sensoriamento remoto e geoprocessamento, modelagens e aplicações relativas ao mapeamento de áreas e infraestruturas suscetíveis a inundações e desenvolvimento de sistemas de monitoramento e previsão automatizados de áreas suscetíveis as inundações. Sua pesquisa de doutorado se dedica ao campo de eventos extremos hidrológicos extremos e ciência cidadã na Bacia Hidrográfica Taquari Antas. Atua como professora das Engenharias na UNIVATES e é Analista Sênior na FIERGS, atuando nos conselhos temáticos de meio ambiente, mineração, agroindústria e base florestal gaúcha.

Tatiana Silva da Silva, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Professora associada do Departamento de Geodésia, do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Possui graduação em Oceanologia, com habilitação em Gerenciamento Ambiental e em Recursos Naturais Renováveis (1999), mestrado (2002) e doutorado (2008) em Oceanografia Física, Química e Geológica pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG). É professora permanente do Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto (UFRGS). No ensino de graduação, ministra a disciplina de Sistemas de Informação Geográfica. Foi coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Sensoriamento Remoto entre 2017-2019, Coordenadora da Comissão de Extensão IGEO-UFRGS entre 2013-2017, membro da Câmara de Extensão UFRGS entre 2014-2016, e é atualmente representante da UFRGS no Conselho Consultivo do Parque Nacional da Lagoa do Peixe. Tem experiência na área de Oceanografia, com ênfase em Gerenciamento Costeiro. Atua fortemente em temas relacionados à aplicação de sistemas de informação geográfica (SIG) e sensoriamento remoto na gestão e planejamento ambiental, principalmente em zonas costeiras. Seus interesses de pesquisa incluem particularmente: avaliação de impactos das mudanças da cobertura e uso do solo sobre os processos ecológicos e riscos ambientais, modelagem espacial em SIG, novos métodos de detecção de mudança com base em sensoriamento remoto, e gestão baseada em ecossistema para o planejamento ambiental. Atuou como Coordenadora Metodológica e de Qualidade / Especialista em Planejamento e Gestão do Território no Zoneamento Ecológico-Econômico do Rio Grande do Sul (ZEE-RS), sob coordenação da SEMA e execução do consórcio Codex Remote / Acquaplan / GITEC Brasil / GITEC GmbH, no período de 17/02/2016 a 28/05/2019. É membro do Pool of Experts das Nações Unidas na temática Coastal-zone planning and management. Atualmente, é Vice-diretora do Instituto de Geociências, UFRGS, e coordenadora do Programa de Gestão Ambiental Portuária, do porto de Porto Alegre.

Tiago Borges Ribeiro Gandra, Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Graduado em Oceanologia (2005), Mestre em Oceanografia Física, Química e Geológica (2008) pela Universidade Federal do Rio Grande (FURG) e Doutor em Geografia (UFSC). É professor no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul (IFRS) desde 2010, atuando nos cursos técnicos em Geoprocessamento. Pesquisador associado à OSCIP Núcleo de Educação e Monitoramento Ambiental (NEMA) desde 2005. Participa dos seguintes Grupos de Pesquisa do CNPQ: Geotecnologias e Meio Ambiente (IFRS), Gestão Costeira Integrada (UFSC) e Oceanografia Geológica (UFSC). Desenvolveu pesquisas sobre telemetria de animais marinhos, modelagem de distribuição de espécies, pesca, análise de vulnerabilidade, planejamento territorial de zonas costeiras e planejamento espacial marinho. Tem experiência em Sistemas de Informações Geográficas (SIG), Banco de Dados, Estatística Multivariada, Telemetria por Satélite, Sensoriamento Remoto, Processamento Digital de Imagens e análise de séries temporais. Nos últimos anos, tem trabalhado com a obtenção, integração e análise de dados marinhos em métodos de mapeamento de ecossistemas para o Planejamento Espacial Marinho (PEM).

Walter Collischonn, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Walter Collischonn é professor titular de Hidrologia nos cursos de Engenharia Ambiental e Engenharia Hídrica da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Também atua como professor orientador no curso de pós-graduação em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental do Instituto de Pesquisas Hidráulicas da UFRGS, em que ministra as disciplinas de Hidrologia e Simulação Hidrológica. O prof. Walter Collischonn é Engenheiro Mecânico formado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1994), mestre em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (1997), e doutor em Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (2001). Suas pesquisas são focadas sobre a representação matemática dos processos hidrológicos com ênfase na grande escala, incluindo previsão de cheias, desenvolvimento de modelos hidrológicos e de gestão de águas, e análise das interações entre clima e recursos hídricos. O Dr. Walter Collischonn lidera o grupo de pesquisa em Hidrologia de Grande Escala, no IPH-UFRGS, onde participa do desenvolvimento do modelo hidrológico de grande escala MGB-IPH e de ferramentas de análise e gestão de águas. É membro da Associação Brasileira de Recursos Hídricos e atua como revisor de diversas revistas científicas, incluindo RBRH, REGA, International Journal of Geographical Information Science, Water Resources Research, Journal of Hydrology, Hydrological Processes, Hydrology and Earth Systems Science, Hydrological Sciences Journal.

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Collischonn, W., Fan, F. M., Possantti, I., Dornelles, F., Paiva, R., Medeiros, M. S., Michel, G. P., Magalhães Filho, F. J. C., Moraes, S. R., Marcuzzo, F. F. N., Michel, R. D. L., Beskow, T. L. C., Beskow, S., Fernandes, E. H. L., Santos, L. L. dos ., Ruhoff, A., Kobiyama, M., Collares, G. L., Buffon, F., … Piccilli, D. G. A. (2025). The exceptional hydrological disaster of April-May 2024 in southern Brazil. Revista Brasileira de Recursos Hídricos, 30. https://doi.org/10.1590/2318-0331.302520240119

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Published

2026-06-24

How to Cite

Possantti, I., Alberti, C. B., Magalhães Filho, F. J. C., Fan, F. M., Marques, G. F., Nicolini, I., … Collischonn, W. (2026). A report on the experience of risk communication by volunteer researchers during the 2024 climate disaster in Rio Grande do Sul, Brazil. Desenvolvimento E Meio Ambiente, 67, 649–676. https://doi.org/10.5380/dma.v67i.99041

Issue

Section

Communication of socio-environmental risks and disasters