À beira da invisibilidade: mulheres periféricas, saneamento básico e racismo ambiental

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5380/dma.v68i.96981

Palavras-chave:

comunidades periféricas, engenharia ambiental e sanitária, Ciência, Tecnologia e Sociedade (CTS)

Resumo

A pesquisa teve como objetivo traçar o perfil socioeconômico e (re)conhecer os principais problemas enfrentados por mulheres periféricas da cidade de Chapecó/SC acerca dos serviços de saneamento básico. A proposta metodológica teve como base a pesquisa aplicada com abordagem quali-quantitativa e foi desenvolvida por meio da realização de entrevistas com uma parcela das mulheres residentes em duas comunidades da periferia do município. Os resultados indicam que periferia não pode ser usada como um termo genérico que abarca todas as realidades igualmente. Há periferias dentro de periferias e, nesse sentido, as políticas públicas devem sempre levar em conta as especificidades locais. Para além disso, ao relacionar os dados do perfil socioeconômico, principalmente o marcador racial das participantes da pesquisa, com a situação diagnóstica sobre os serviços de saneamento, fica evidente a manifestação de racismo ambiental.

Biografia do Autor

Thays Regina Miotto Begnini, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)

Engenheira Ambiental e Sanitarista formada pela Universidade Federal da Fronteira Sul, campus Chapecó/SC. Atualmente trabalha com licenciamento ambiental e está cursando especialização em Análises Químicas Ambientais pela UFCAT.

Leandro Bordin, Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS)

Engenheiro Civil, Mestre em Engenharia Civil, Doutor em Educação Científica e Tecnológica. Professor da Universidade Federal da Fronteira Sul (UFFS), campus Chapecó/SC. Realiza trabalhos e pesquisas sobre as implicações sociais da ciência e da tecnologia no âmbito da educação tecnológica e, especialmente, da educação em engenharia.

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Publicado

2026-07-06

Como Citar

Begnini, T. R. M., & Bordin, L. (2026). À beira da invisibilidade: mulheres periféricas, saneamento básico e racismo ambiental. Desenvolvimento E Meio Ambiente, 68, 1–23. https://doi.org/10.5380/dma.v68i.96981

Edição

Seção

Artigos