Planificación estratégica urbana en España: trayectorias temáticas y prospectiva 2030

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5380/dma.v68i.100941

Palavras-chave:

planejamento estratégico urbano, estratégias urbanas, cidades, planejamento urbano, análise de conteúdo qualitativo

Resumo

O planejamento estratégico urbano na Espanha, com mais de 30 anos de trajetória, tem experimentado mudanças notáveis em seus objetivos e prioridades, refletindo as transformações socioeconômicas, ambientais e ideológicas do país. Este estudo longitudinal analisa essa evolução desde os primeiros planos do final do século XX até os mais recentes, com horizonte em 2030. De forma sistematizada e por meio de uma Análise de Conteúdo Qualitativo (ACQ), foram examinados mais de 4.000 objetivos estratégicos classificados em sete temáticas – Território; Urbanismo; Sociedade; Economia, Conhecimento e TIC; Citymarketing, Turismo e Cultura; e Sustentabilidade Ambiental – e suas respectivas subtemáticas. A metodologia é replicável para outros países e regiões, oferecendo um marco analítico para abordar futuros estudos comparativos. O estudo abrange 84 planos estratégicos de cidades espanholas, o que permite comparar estruturas temáticas entre diferentes tipos de cidades e avaliar como variaram as trajetórias temáticas e prioridades estratégicas em função dos contextos sociais, econômicos e políticos. Os resultados identificam uma evolução desde enfoques integradores do território, passando por uma orientação mais social após a Grande Recessão, até uma fase recente centrada na sustentabilidade e na digitalização urbana, esta última influenciada pelas agendas urbanas e pelo marco normativo europeu.

Biografia do Autor

Raúl Postigo Vidal, Universidad de Zaragoza (UNIZAR)

Doutor em Ordenamento do Território e Meio Ambiente pela Universidade de Zaragoza e Professor Doutor Assistente de Geografia Humana no Departamento de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Zaragoza. Licenciado em Geografia, Mestre em Ordenamento do Território e Meio Ambiente e Mestre em Tecnologias da Informação Geográfica para o Ordenamento do Território: SIG e Sensoriamento Remoto. Membro do Grupo de Estudos em Ordenamento do Território (GEOT) da Universidade de Zaragoza e do Instituto Universitário de Pesquisa em Ciências Ambientais de Aragón (IUCA).

Ángel Pueyo Campos, Universidad de Zaragoza (UNIZAR)

Doutor em Geografia Humana pela Universidade de Zaragoza. Professor Titular de Geografia Humana no Departamento de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Zaragoza. Diretor do grupo de pesquisa consolidado aplicado GEOT (Grupo de Estudos em Ordenamento do Território). Diretor da Cátedra Território, Sociedade e Visualização Geográfica. Membro do Instituto Universitário de Pesquisa em Ciências Ambientais de Aragón (IUCA).

Carlos López Escolano, Universidad de Zaragoza (UNIZAR)

Doutor em Ordenamento do Território e Meio Ambiente pela Universidade de Zaragoza e Professor Doutor Contratado de Geografia Humana no Departamento de Geografia e Ordenamento do Território da Universidade de Zaragoza. Licenciado em Geografia, Mestre em Ordenamento do Território e Meio Ambiente e Mestre em Tecnologias da Informação Geográfica para o Ordenamento do Território: SIG e Sensoriamento Remoto. Membro do Grupo de Estudos em Ordenamento do Território (GEOT) da Universidade de Zaragoza e do Instituto Universitário de Pesquisa em Ciências Ambientais de Aragón (IUCA).

Referências

Albrechts, L. (2010). Bridging the gap: From spatial planning to strategic projects. In J. Farinós, J. Romero, & J. Salom (Eds.), Cohesión e inteligencia territorial: Dinámicas y procesos para una mejor planificación y toma de decisiones (Desarrollo Territorial, Vol. 7, pp. 85–103). Universitat de València. https://doi.org/10.7203/PUV-OA-983-9

Alonso, M., Pueyo, Á., Postigo, R., López, C., & Rubio, J. L. (2013). La reestructuración del sistema financiero. In J. M. Albertos & J. L. Sánchez (Eds.), Geografía de la crisis económica en España (pp. 305–328). Universitat de València, Servei de Publicacions.

Ataman, C., & Tuncer, B. (2022). Urban interventions and participation tools in urban design processes: A systematic review and thematic analysis (1995–2021). Sustainable Cities and Society, 76, Article 103462. https://doi.org/10.1016/j.scs.2021.103462

Barton, H., & Grant, M. (2013). Urban planning for healthy cities. Journal of Urban Health, 90(Suppl. 1), 129–141. https://doi.org/10.1007/s11524-011-9649-3

Birkin, M., Ballantyne, P., Bullock, S., Heppenstall, A., Kwon, H. R., Malleson, N., Yao, J., & Zanchetta, A. (2025). Digital twins and AI for healthy and sustainable cities. Computers, Environment and Urban Systems, 120, Article 102305. https://doi.org/10.1016/j.compenvurbsys.2025.102305

Boixader, J., & Xalabarder, M. (2012). Los proyectos estratégicos: Guías metodológicas para la planificación estratégica. Diputació de Barcelona. https://llibreria.diba.cat/es/ebook/los-proyectos-estrategicos_56719

Bolea Tolón, N., Postigo Vidal, R., & López Escolano, C. (2022). Valoración de la proximidad a las zonas verdes urbanas de la ciudad de Zaragoza como estrategia de adaptación a situaciones pandémicas. Ciudades, 25, 79–106. https://doi.org/10.24197/ciudades.25.2022.79-106

Burriel, E. (2008). La "década prodigiosa" del urbanismo español (1997–2006). Scripta Nova, 12(270). http://www.ub.edu/geocrit/sn/sn-270/sn-270-64.htm

Busti, M., Fioretti, C., Pertoldi, M., & Van Heerden, S. (2020). Handbook of sustainable urban development strategies. Publications Office of the European Union. https://doi.org/10.2760/32842

Calvo, J. L., Pueyo, Á., & Zúñiga, M. (2011). La ciudad de Zaragoza en un escenario de crisis: Diagnóstico y propuestas territoriales para nuevos paradigmas urbanos. Geographicalia, 59–60, 47–59. https://doi.org/10.26754/ojs_geoph/geoph.201159-60821

Campbell, S. (1996). Green cities, growing cities, just cities? Urban planning and the contradictions of sustainable development. Journal of the American Planning Association, 62(3), 296–312. https://doi.org/10.1080/01944369608975696

Castells, M. (1992). The informational city: Economic restructuring and urban development. Blackwell.

Cebollada, Á., & Avellaneda, P. (2020). Movilidad sostenible, salud y equidad social en la ciudad: Los retos de la transición en entornos metropolitanos. In J. Salom Carrasco (Coord.), Las áreas metropolitanas españolas entre la competitividad y la sostenibilidad: Nuevas herramientas para una política urbana en el contexto global (pp. 125–142). Tirant lo Blanch.

Charmes, E. (2011). Densité, formes urbaines et villes durables. In J. Damon (Ed.), Villes à vivre: Modes de vie urbains et défis environnementaux (pp. 81–99). Odile Jacob.

Cohen, D. (2006). Trois leçons sur la société post-industrielle. Éditions du Seuil.

Cruz Gallach, H. (2008). El auge de los planes estratégicos y los proyectos urbanos: Hacia un planeamiento urbanístico consensuado. In Diez años de cambios en el mundo, en la Geografía y en las Ciencias Sociales, 1999–2008: Actas del X Coloquio Internacional de Geocrítica. Universitat de Barcelona. https://www.ub.edu/geocrit/xcol/308.htm

Espino Hidalgo, B. del, & Navas Carrillo, D. (2018). Planeamiento estratégico local y evaluación del desarrollo urbano sostenible integrado en ciudades medias. Gestión y Análisis de Políticas Públicas (Nueva Época), 20, 143–163. https://doi.org/10.24965/gapp.v0i20.10481

Farinós, J. (2005). Nuevas formas de gobernanza para el desarrollo sostenible del espacio relacional. Ería, 67, 219–235. https://doi.org/10.17811/er.0.2005.219-235

Farinós, J. (2010). Gobernanza para una nueva planificación territorial estratégica: Hacia la innovación socioterritorial. In A. Martín Mesa & R. Merinero (Dirs.), Planificación estratégica territorial: Estudios metodológicos (pp. 87–107). Consejería de Gobernación de la Junta de Andalucía.

Farinós, J., Boira, J. V., Palomo, V., & Del Río, D. (2015). Planificación territorial estratégica supramunicipal en España: Actualización regional y tipologías resultantes. In J. de la Riva, P. Ibarra, R. Montorio, & M. Rodrigues (Eds.), Análisis espacial y representación geográfica: Innovación y aplicación (pp. 89–98). Asociación Española de Geografía. http://congresoage.unizar.es/eBook/trabajos/010_Farinos%20Dasi.pdf

Fernández Güell, J. M. (2006). Planificación estratégica de ciudades: Nuevos instrumentos y procesos. Reverté.

Folch, R. (2004). Planificació metropolitana concurrent. Pla Estratègic Metropolità de Barcelona.

Font, J. (2002). Desarrollo estratégico, actores y capital social en Bilbao. Gestión y Análisis de Políticas Públicas, 24, 147–159. https://doi.org/10.24965/gapp.vi24.324

Friedmann, J. (2011). Barrio por barrio: Reclamando nuestras ciudades. Urban, 1, 13–19. http://polired.upm.es/index.php/urban/article/view/408/1874

Gaja, F. (2015). La regeneración urbana en la encrucijada. ACE: Architecture, City and Environment, 9(27), 11–26. https://doi.org/10.5821/ace.9.27.2803

González Medina, M. (2012). La planificación estratégica de “nueva generación”: ¿Cómo evaluar su impacto como instrumento de gobernanza territorial? Geopolítica(s), 3(2), 271–291. https://doi.org/10.5209/rev_GEOP.2012.v3.n2.40400

González Medina, M. (2023). Planificación estratégica de ciudades. Eunomía. Revista en Cultura de la Legalidad, 25, 310–326. https://doi.org/10.20318/eunomia.2023.8002

Gustafsson, S., Hermelin, B., & Smås, L. (2019). Integrating environmental sustainability into strategic spatial planning: The importance of management. Journal of Environmental Planning and Management, 62(8), 1321–1338. https://doi.org/10.1080/09640568.2018.1495620

Gregorio Hurtado, S. de. (2018). The EU urban policy in the period 2007–2013: Lessons from the Spanish experience. Regional Studies, Regional Science, 5(1), 212–230. https://doi.org/10.1080/21681376.2018.1480903

Hall, P. (1996). Ciudades del mañana. Ediciones del Serbal.

Healey, P. (2006). Urban complexity and spatial strategies: Towards a relational planning for our times. Routledge.

Herrera-Medina, E., Bonilla-Estévez, H., & Molina-Prieto, L. F. (2013). Ciudades creativas: ¿Paradigma económico para el diseño y la planeación urbana? Bitácora Urbano Territorial, 22(1), 11–20. https://revistas.unal.edu.co/index.php/bitacora/article/view/11-20

Hersperger, A. M., Grădinaru, S. R., Oliveira, E. da S., Pagliarin, S., & Palka, G. (2019). Understanding strategic spatial planning to effectively guide development of urban regions. Cities, 94, 96–105. https://doi.org/10.1016/j.cities.2019.05.032

Ivars-Baidal, J. A. (2004). Planificación turística de los espacios regionales en España. Síntesis.

Ivars-Baidal, J. A., & Vera-Rebollo, J. F. (2019). Planificación turística en España: De los paradigmas tradicionales a los nuevos enfoques: Planificación turística inteligente. Boletín de la Asociación de Geógrafos Españoles, 82, Article 2765. https://doi.org/10.21138/bage.2765

La Haye, A. de, Gow, R., Lake, A. A., Ball, C., van Herk, S., Rofin Serra, M., Jones, A., Chang, M., & Moore, H. J. (2024). A thematic analysis of UK healthy planning frameworks and tools designed to support the inclusion of health in urban planning. Cities & Health, 8(5), 956–972. https://doi.org/10.1080/23748834.2024.2353963

Lindgren, M., & Bandhold, H. (2003). Scenario planning: The link between future and strategy. Palgrave Macmillan.

Lorenzo Gilsanz, F. (2014). VII informe sobre exclusión y desarrollo social en España. Fundación FOESSA. https://www.caritas.es/main-files/uploads/2017/11/14944-CÁRITAS-informe-FOESSA-baja.pdf

Mäntysalo, R., Jarenko, K., Nilsson, K. L., & Saglie, I. L. (2015). Legitimacy of informal strategic urban planning: Observations from Finland, Sweden and Norway. European Planning Studies, 23(2), 349–366. https://doi.org/10.1080/09654313.2013.861808

Méndez, R., Michelini, J., Prada, J., & Tébar, J. (2012). Economía creativa y desarrollo urbano en España: Una aproximación a sus lógicas espaciales. EURE, 38(113), 5–32. https://doi.org/10.4067/S0250-71612012000100001

Merinero Rodríguez, R. (2010). Planificación estratégica urbana y territorial: Elementos básicos para su aplicación en la administración local. Junta de Andalucía, Consejería de Gobernación y Justicia. http://www.juntadeandalucia.es/export/drupaljda/libro_gobernacion_planificacion_estrategica_2_diciembre_2010.pdf

Monclús Fraga, F. J. (2003). El «modelo Barcelona» ¿una fórmula original? De la «reconstrucción» a los proyectos urbanos estratégicos (1979–2004). Perspectivas Urbanas / Urban Perspectives, 3, 27–41. http://hdl.handle.net/2099/703

Moreno, C., Allam, Z., Chabaud, D., Gall, C., & Pratlong, F. (2021). Introducing the “15-minute city”: Sustainability, resilience and place identity in future post-pandemic cities. Smart Cities, 4(1), 93–111. https://doi.org/10.3390/smartcities4010006

Nel·lo, O. (2022). Transformaciones territoriales en España: De la dispersión de la urbanización a la urbanización extendida. In J. A. Rio Fernandes, R. C. Lois González, & M. E. Beltrão Sposito (Coords.), El mundo visto de las ciudades (pp. 781–794). Tirant Humanidades.

Olesen, K. (2014). The neoliberalisation of strategic spatial planning: The link between future and strategy. Planning Theory, 13(3), 288–303. https://doi.org/10.1177/1473095213499340

Pascual Esteve, J. M. (2001). De la planificación a la gestión estratégica de las ciudades. Elements de Debat Territorial, 13, 1–50. Diputació de Barcelona. https://llibreria.diba.cat/es/libro/de-la-planificacion-a-la-gestion-estrategica-de-las-ciudades_45009

Pascual Esteve, J. M., & Tarragona Gorgorio, M. (2009). Estrategia territorial y gobierno relacional: Manual para la planificación estratégica de segunda generación (2a. ed.). Junta de Andalucía, Consejería de Gobernación. https://www.juntadeandalucia.es/servicios/publicaciones/detalle/78804.html

Precedo Ledo, A., Orosa González, J. J., & Míguez Iglesias, A. (2010). De la planificación estratégica al marketing urbano: Hacia la ciudad inmaterial. EURE, 36(108), 5–27. https://doi.org/10.4067/S0250-71612010000200001

Pueyo, Á., & Hernández, M. L. (2013). L’Espagne face à la Grande Récession depuis 2008. Mappemonde, 111, Article 20. https://mappemonde-archive.mgm.fr/num39/articles/art13301_fr.pdf

Pueyo, Á., López Escolano, C., & Hernández Navarro, M. L. (2018). Nuevos espacios y realidades a partir del análisis espacial: Un territorio distinto de ideas preconcebidas. In J. Farinós & E. Peiró (Eds.), Territorio y Estado: Elementos para la coordinación de las políticas de ordenación del territorio en el siglo XXI (pp. 785–828). Tirant lo Blanch.

Ratcliffe, J., & Krawczyk, E. (2011). Imagineering city futures: The use of prospective through scenarios in urban planning. Futures, 43(7), 642–653. https://doi.org/10.1016/j.futures.2011.05.005

Rodríguez-Domenech, M. Á., & Cañizares Ruiz, M. C. (2023). Urban planning and sustainability in the cities of Castilla-La Mancha (Spain): Current challenges. Land, 12(8), Article 1540. https://doi.org/10.3390/land12081540

Romero Aloy, M. J., & Vidal Climent, V. (2018). Planificación estratégica territorial y alteraciones del plan general. Ciudad y Territorio: Estudios Territoriales, 50(195), 7–20. https://recyt.fecyt.es/index.php/CyTET/article/view/76606

Roy, P. (2015). Collaborative planning: A neoliberal strategy? A study of the Atlanta BeltLine. Cities, 43, 59–68. https://doi.org/10.1016/j.cities.2014.11.010

Ruano, J. M. (2015). Local strategic planning in Spain: A case study. Transylvanian Review of Administrative Sciences, 11(46), 73–92. https://rtsa.ro/tras/index.php/tras/article/view/466

Salom Carrasco, J. (2020). Conclusión: Nuevas estrategias para las áreas metropolitanas españolas. In J. Salom Carrasco (Coord.), Las áreas metropolitanas españolas entre la competitividad y la sostenibilidad: Nuevas herramientas para una política urbana en el contexto global (pp. 399–404). Tirant lo Blanch.

Schwedler, H. U. (2011). Gobernanza urbana integrada: El camino hacia el futuro (Manual de Comisión 3). Metrópolis. http://www.metropolis.org/sites/default/files/c3-metropolis-gobernanza-integrada-esp.pdf

Sharifi, A. (2022). An overview and thematic analysis of research on cities and the COVID-19 pandemic: Toward just, resilient, and sustainable urban planning and design. iScience, 25(11), Article 105297. https://doi.org/10.1016/j.isci.2022.105297

Solís, E., Escudero, L. A., & Ruiz-Apilánez, B. (2020). Los retos de la ciudad compacta desde la perspectiva de los cascos históricos con fuerte actividad turística: El caso de Toledo. Estudios Geográficos, 81(288). https://doi.org/10.3989/estgeogr.202050.030

Steinberg, F. (2005). Strategic urban planning in Latin America: Experiences of building and managing the future. Habitat International, 29(1), 69–93. https://doi.org/10.1016/S0197-3975(03)00063-8

Van Dyk, S., Gerstenhöfer, L., & Kip, M. (2024). Economía social y solidaria en el nuevo municipalismo: ¿Una desprivatización de la ciudad? Berliner Journal für Soziologie, 34, 515–549. https://doi.org/10.1007/s11609-024-00541-4

Vegas Sandoval, I., Merinero Rodríguez, R., & Huete García, M. Á. (2024). A strategic planning approach: A new framework for metropolitan governance. In J. M. Feria-Toribio, R. Iglesias-Pascual, & F. Benassi (Eds.), Socio-spatial dynamics in Mediterranean Europe (Spatial Demography Book Series, Vol. 3, pp. 283–305). Springer. https://doi.org/10.1007/978-3-031-55436-0_16

Watson, V. (2009). “The planned city sweeps the poor away…”: Urban planning and 21st century urbanisation. Progress in Planning, 72(3), 151–193. https://doi.org/10.1016/j.progress.2009.06.002

Publicado

2026-08-28

Como Citar

Postigo Vidal, R., Pueyo Campos, Ángel, & López Escolano, C. (2026). Planificación estratégica urbana en España: trayectorias temáticas y prospectiva 2030. Desenvolvimento E Meio Ambiente, 68, 271–297. https://doi.org/10.5380/dma.v68i.100941

Edição

Seção

Iberoamérica en red: desafíos territoriales y socioambientales