Simulação clínica na educação em enfermagem para abordagem de mulheres no abuso de substâncias psicoativas
Palavras-chave:
Enfermagem, Educação em Enfermagem, Mulheres, Treinamento por Simulação, Transtornos Relacionados ao Uso de SubstânciasResumo
Objetivo: Refletir sobre as contribuições da simulação clínica para a formação de estudantes de Enfermagem no cuidado a mulheres em consumo problemático de substâncias psicoativas.
Método: Trata-se de um estudo reflexivo elaborado a partir de aproximações teóricas, empíricas e evidências disponíveis na United States National Library of Medicine National Institutes of Health, na Scientific Electronic Library Online e na Literatura Latino-Americana e do Caribe em Ciências da Saúde, selecionadas entre junho e agosto de 2025. Procedeu-se à leitura, interpretação e reflexão com base no referencial teórico da Aprendizagem Experiencial de Kolb.
Resultados: Organizou-se a categoria - Treinar para Cuidar: simulação clínica como estratégia de ensino na abordagem a mulheres em consumo problemático de substâncias psicoativas.
Considerações Finais: Ao vivenciar situações complexas por meio da simulação clínica, o estudante reflete sobre os estigmas e desenvolve uma postura empática e acolhedora no atendimento a mulheres em consumo problemático de substâncias psicoativas.
Referências
1. Sánchez Antelo V, Straw CI, Jeifetz VJ, Saavedra JV, Nóbrega MPSS. Twenty-four years of research on women's drug use in Latin America: a scoping review (2000-2024). Subst Use Addict J [Internet]. 2025 [cited 2025 Jun 15];47(1):1-14. Available from: http://dx.doi.org/10.1177/29767342251347368
2. Santos JAT, Perruci LG, Pegoraro NPJ, Scherer ZAP, de Souza J, dos Santos MA, et al. Use of psychoactive substances in women in outpatient treatment. Rev Bras Enferm [Internet]. 2019 [cited 2025 Jun 15];72(Suppl 3):178-83. Available from: http://dx.doi.org/10.1590/0034-7167-2018-0399
3. Substance Abuse and Mental Health Services Administration (SAMHSA). Substance Abuse Treatment: Addressing the Specific Needs of Women - Treatment Improvement Protocol Series (TIP 51) [Internet]. Rockville, MD: U.S. Department of Health and Human Services. 2009 [cited 2025 Jun 10]. Available from: https://www.ncbi.nlm.nih.gov/books/NBK83252/
4. Jeffries PR. The NLN Jeffries simulation theory. Philadelphia: Wolters Kluwer; 2015. 72 p.
5. Rouleau G, Gagnon MP, Côté J, Richard L, Chicoine G, Pelletier J. Virtual patient simulation to improve nurses' interpersonal skills and reduce the stigmatization of people who use substances. BMC Nursing [Internet]. 2022 [cited 2025 Jun 10];21:1. Available from: https://doi.org/10.1186/s12912-021-00740-x
6. Wands L, Pfeiffer KM, Pelkmans J. Demonstration of caring and motivational interviewing in online simulation: a cross-sectional observational study. Nurse Educ Pract [Internet]. 2022 [cited 2025 Jun 30];63:103370. Available from: http://dx.doi.org/10.1016/j.nepr.2022.103370
7. Olson DN, Brandt A, Greywitt S, Gibson KS. A multidisciplinary standardized patient simulation for using trauma-informed care for pregnant patients. MedEdPORTAL. [Internet]. 2024 [cited 2025 Jun 5];26;20:11474. Available from: http://dx.doi.org/10.15766/mep_2374-8265.11474
8. Schachman KA, Martini K, Kaufman S, Mitchell ML, Covyeou JA, Galbraith A, et al. Health professions students’ perspectives of a stigma-reducing simulation including simulated patients with lived experience of addiction and recovery. Clin Simul Nurs [Internet]. 2024 [cited 2025 Jun 1];94:101588. Available from: http://dx.doi.org/10.1016/j.ecns.2024.101588
9. Kolb DA. Experiential learning: experience as the source of learning and development. 2th. Englewood Cliffs: Pearson FT Press, 2014. 416p.
10. Fuehrlein B, Hochschild A, Goldman M, Amsalem D, Chilton J, Martin A. Learning about and destigmatizing substance use disorders: a video-based educational module using simulated patients. Acad Psychiatry. [Internet]. 2022 [cited 2025 Jun 15];46(3):342-6. Available from: http://dx.doi.org/10.1007/s40596-021-01559-z
11. Massouh A, Alayan N, Shatila M, Wehbeh S. Assessing REFlective simulation-based e-training on motivational interviewing among multidisciplinary healthcare practitioners [RESeT-MI]: a mixed methods pilot study. BMC Med Educ [Internet]. 2024 [cited 2025 Jun 11];24:711. Available from: http://dx.doi.org/10.1186/s12909-024-05711-9
Publicado
Como Citar
Edição
Seção
Licença
Copyright (c) 2026 Pedro Leite de Melo Filho, Maria do Perpétuo Socorro de Sousa Nóbrega

Este trabalho está licenciado sob uma licença Creative Commons Attribution 4.0 International License.
A Cogitare Enfermagem se reserva no direito de efetuar, no artigo publicado, alterações de ordem normativa, ortográfica e gramatical, com vistas a manter o padrão culto da língua, respeitando, porém, o estilo dos autores.
O estudo publicado é de inteira responsabilidade do(s) autor(es), cabendo exclusivamente à Cogitare Enfermagem a avaliação do manuscrito, na qualidade de veículo de publicação científica. Não será permitido acréscimo ou mudança de autoria durante a etapa de avaliação ou após aceite do texto submetido.
A Cogitare Enfermagem não se responsabiliza por eventuais violações à Lei nº 9.610/1998, Lei Brasileira de Direitos Autorais.
A Cogitare Enfermagem permite que o autor detenha o copyright dos artigos aceitos para publicação, sem restrições.
Propriedade Intelectual e Termos de uso
Responsabilidade do Autor:
Quanto à autoria, os autores necessitam especificar, na página de identificação, qual o tipo de contribuição individual que exerceu durante a elaboração do artigo. Conforme os critérios estabelecidos pelo ICMJE disponível em: http://www.icmje.org/recommendations/browse/roles-and-responsibilities/defining-the-role-of-authors-and-contributors.html .
É importante destacar que são considerados quatro critérios mínimos de autoria, e todos aqueles designados como autores devem atendê-los, são eles:
- Contribuições substanciais para a concepção ou desenho do estudo; ou a aquisição, análise ou interpretação de dados do estudo;
- Elaboração e revisão crítica do conteúdo intelectual do estudo;
- Aprovação da versão final do estudo a ser publicado;
- Responsável por todos os aspectos do estudo, assegurando as questões de precisão ou integridade de qualquer parte do estudo.
Não será permitido acréscimo ou mudança de autoria durante a etapa de avaliação ou após aceite do texto submetido.
Os artigos publicados estarão licenciados sob a licença Creative Commons CC BY 4.0 Creative Commons - Attribution 4.0 International - CC BY 4.0 – A atribuição adotada pela Cogitare Enfermagem é permitida:
- Compartilhar - copiar e redistribuir o material em qualquer mídia ou formato;
- Adaptar - remixar, transformar e construir sobre o material para qualquer finalidade, mesmo comercialmente;
- Atribuição - Você deve atribuir o devido crédito, fornecer um link para a licença, e indicar se foram feitas alterações. Você pode fazê-lo de qualquer forma razoável, mas não de uma forma que sugira que o licenciante o apoia ou aprova o seu uso;
- Sem restrições adicionais - Você não pode aplicar termos jurídicos ou medidas de caráter tecnológico que restrinjam legalmente outros de fazerem algo que a licença permita.
Responsabilidade do Site:
A Cogitare Enfermagem encoraja os Autores a arquivar seus manuscritos aceitos, publicando-os em blogs pessoais, repositórios institucionais e mídias sociais acadêmicas, bem como postando-os em suas mídias sociais pessoais, desde que seja incluída a citação completa à versão do website da revista.”





















