Desafios e oportunidades para a regularização ambiental no sudeste do Pará, Amazônia, baseado na percepção de atores locais

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5380/dma.v67i.95400

Palavras-chave:

código florestal, propriedades rurais privadas, passivo, percepção ambiental

Resumo

A efetiva implementação da Lei de Proteção da Vegetação Nativa é fundamental para conciliar atividades agropecuárias com a preservação ambiental. Neste estudo, analisamos a conformidade ambiental de 26.703 propriedades rurais em 10 municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Itacaiúnas (BHRI), localizada no sudeste do Pará, e investigamos as percepções de 19 proprietários rurais e 46 profissionais da área ambiental sobre a regularização ambiental. Até dezembro de 2021 a maioria (99%) dos cadastros analisados na BHRI apresentavam pendências relacionadas ao registro do imóvel no Cadastro Ambiental Rural (CAR). Apenas uma pequena parcela (1%), representando 107 cadastros analisados, está apta para aderir ao Programa de Regularização Ambiental (PRA). Os resultados revelaram que a maioria das propriedades aptas ao PRA ainda não iniciaram o processo de regularização ambiental (78%). Os entrevistados demonstraram conhecimento sobre o CAR (84,2%) e reconheceram a importância das leis de proteção ambiental (94,7%). Os desafios identificados incluem altos custos para recuperação de passivos ambientais, falta de incentivos econômicos para motivar a recomposição florestal e baixo conhecimento dos proprietários sobre o PRA. A pesquisa também destacou percepções divergentes entre os profissionais da área ambiental, enfatizando a importância da articulação entre os órgãos estaduais e municipais para apoiar as atividades de regularização ambiental. Os desafios identificados neste estudo fornecem recomendações valiosas para políticas públicas visando aumentar a escala da recomposição florestal no Pará. Os principais motivadores para adesão ao PRA foram vantagens econômicas, como acesso a crédito rural e exigências do mercado para comercialização da produção. Recomendações incluem ampliação de incentivos financeiros, facilitação do acesso ao crédito, investimento em conscientização ambiental e descentralização das ações de restauração, capacitações para técnicos municipais, promover maior articulação entre órgãos estaduais e municipais, e disponibilizar meios de comunicação mais eficazes para a regularização ambiental. Estas medidas são essenciais para se alcançar efetivamente os objetivos de conservação e restauração ambiental no estado do Pará.

Biografia do Autor

Izabella da Paixão Gomes, Instituto Tecnológico Vale

Engenheira Florestal com Mestrado em Ciências Ambientais, com vasta experiência
na implementação e gestão de projetos socioambientais na Amazônia. Atualmente
atua como Coordenadora de Sustentabilidade na Natura

Samia Nunes, IInstituto Tecnológico Vale

Engenheira florestal, doutora em Ciências Ambientais pela Universidade de Lancaster,
UK. Pesquisadora e Vice coordenadora do Mestrado Profissional em Uso Sustentável
de Recursos Naturais do Instituto Tecnológico Vale. Tem como principais temas de
pesquisa a restauração florestal, vegetação secundária e sistemas agroflorestas na
Amazônia.

Rosane Barbosa Lopes Cavalcante, Instituto Tecnológico Vale

Engenheira Civil pela UFAL, Mestre e Doutora em Recursos Hídricos e Saneamento
Ambiental pelo IPH/UFRGS. Atualmente, é pesquisadora de carbono e hidrologia
florestal no Instituto Tecnológico Vale

Hellen Kezia Silva Almada, Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia

Bióloga, mestra e doutora em Ecologia e Conservação pela Universidade do Estado
de Mato Grosso, com período sanduíche no Woodwell Climate Research Center.
Atualmente é pesquisadora no departamento de Políticas Públicas do Instituto de
Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), atuando principalmente em análises sobre o
status de implementação do Código Florestal, bioeconomia e balanço hídrico.

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Publicado

2026-04-16

Como Citar

Gomes, I. da P., Nunes, S., Cavalcante, R. B. L., & Almada, H. K. S. (2026). Desafios e oportunidades para a regularização ambiental no sudeste do Pará, Amazônia, baseado na percepção de atores locais. Desenvolvimento E Meio Ambiente, 67, 1–25. https://doi.org/10.5380/dma.v67i.95400

Edição

Seção

Artigos