O Campo Expandido das Mini-Histórias
DOI:
https://doi.org/10.1590/1984-0411.92719Palavras-chave:
Mini-Histórias, Documentação, Educação Infantil, Direitos das criançasResumo
As mini-histórias carregam marcas de diferentes ações performatizadas por escritas e imagens, abrangendo lutas que apoiam as relações narrativas e os desafios da atualidade, para pensar sobre as novas formas de agir no mundo com as crianças e em coautoria com as professoras. Com base nisso, lançamos as seguintes perguntas: Quais práticas são mobilizadas nas escolas de Educação Infantil? De que modo as discussões sobre as mini-histórias na experiência pedagógica podem trazer outros pontos de vista? Desde as primeiras pesquisas nesse campo, inspiradas em Malaguzzi (1999) e Altimir (2010), identificamos estudos das relações entre formação humana, curiosidade, criticidade, experiência estética e sensibilidade pedagógica. Assim, organizamos o trabalho em três dimensões: (1) Mini-Histórias: uma possibilidade de comunicação e aprendizagens sociais na Educação Infantil; (2) Processos de formação pedagógica e práticas narrativas do cotidiano escolar; (3) Estudo sobre a construção de um capital narrativo com as escolas. Os tópicos expõem os principais conceitos sobre mini-histórias para abrir a conversa na Educação Infantil, em seguida, relatamos e reconhecemos uma aproximação concreta articulada à abordagem hermenêutica da formação, constituindo-se como um espaço de escuta, de produção científica e cooperativa que contribui com o trabalho sensível na escola contemporânea. Por fim, pensamos em desdobramentos de compreensão por mini-histórias nos fluxos inventivos do cotidiano educacional, reafirmando as crianças como sujeitos de direitos e as professoras como escribas da cultura da infância.
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