Pobreza menstrual

percepção do papel da residência e o impacto na saúde de quem menstrua

Autores

Palavras-chave:

Enfermagem Transcultural, Internato e Residência, Saúde da Mulher, Construção Social da Identidade de Gênero, Menstruação

Resumo

Objetivo: Investigar a percepção dos residentes de enfermagem em saúde da mulher e dos enfermeiros obstetras que passaram pela formação na modalidade residência sobre o papel da residência na minimização das repercussões da pobreza menstrual na saúde de quem menstrua.

Método: Estudo transversal, descritivo e exploratório, com abordagem qualitativa, seguindo as recomendações do Consolidated Criteria for Reporting Qualitative Research (COREQ). A pesquisa foi realizada com quinze enfermeiros mediante a análise do conteúdo, proposta por Bardin.

Resultados: Os resultados foram divididos em seis categorias, orientada pela Teoria do Cuidado Transcultural de Leininger, na qual se observou desde a definição, como as principais queixas, condutas, impactos, estratégias e contribuição da residência para a assistência às pessoas que menstruam.

Conclusão: A residência em saúde apresenta uma grande contribuição para o desenvolvimento profissional dos pós-graduandos; porém, observa-se uma escassa discussão acadêmica sobre pobreza menstrual e dignidade menstrual, desencadeando condutas profissionais fortemente biologicistas.

Biografia do Autor

Maria Eduarda Amorim Isidro Lins, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

Enfermeira. Especialista em Saúde da Mulher, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

Karyanna Alves de Alencar Rocha, Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Enfermeira. Mestre em Enfermagem. Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil.

Ellen Cristina Barbosa dos Santos, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

Enfermeira. Doutora Enfermagem. Docente na Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

 

Luana Cabral Peixoto, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

Enfermeira. Especialista em Saúde da Mulher, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.

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Publicado

04-03-2026

Como Citar

Lins, M. E. A. I., Rocha, K. A. de A., dos Santos, E. C. B., & Peixoto, L. C. (2026). Pobreza menstrual: percepção do papel da residência e o impacto na saúde de quem menstrua. Cogitare Enfermagem, 31. Recuperado de https://revistas.ufpr.br/cogitare/article/view/100069

Edição

Seção

ARTIGO ORIGINAL