TREINAMENTO COM MODELOS ARTIFICIAIS PARA COLETA DE SANGUE EM CÃES: ESTUDO CEGO RANDOMIZADO
DOI:
https://doi.org/10.5380/avs.v20i2.42102Keywords:
ensino, habilidades clínicas, métodos alternativos.Abstract
Este trabalho teve como objetivo avaliar a utilidade de modelos artificiais para treinamento de coleta de sangue em cães e o aprendizado proporcionado por eles. Participaram do estudo 40 estudantes de medicina veterinária sem experiência prévia em coleta de sangue. Estes foram divididos igual e aleatoriamente em dois grupos, “teste" e "controle". Ambos os grupos receberam treinamento teórico, e apenas o grupo “teste” recebeu treinamento em modelos artificiais para simulação de coleta de sangue em cães. Posteriormente, ambos os grupos coletaram sangue em 40 cães. Os estudantes tiveram seu desempenho durante a coleta registrado por três avaliadores cegos, e responderam a um questionário. Para análise estatística, foram utilizados os testes exato de Fisher e qui-quadrado, considerando significativo p<0,05. Também foram calculados o risco relativo, redução relativa e absoluta de risco para a dificuldade à coleta. Em relação à dificuldade de coleta, a redução relativa de risco foi de 0,33, a redução absoluta de risco foi de 0,15 e o risco relativo foi de 0,67, mostrando que os estudantes que receberam treinamento prévio possuíram menor dificuldade para coleta de sangue do que aqueles que não receberam. A maioria dos estudantes avaliou positivamente o treinamento prático. A avaliação subjetiva, através dos comentários dos alunos nas questões abertas, se mostrou favorável ao uso dos modelos como etapa de treinamento, apesar de não haver diferença estatística na avaliação geral. Conclui-se que o uso dos modelos artificiais de coleta de sangue foi útil para preparar o estudante que nunca coletou sangue, para uma primeira coleta em um animal.
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