A Comparative Analysis of “Best Efforts” Clauses

The Right to “I’ll Try”?

Authors

DOI:

https://doi.org/10.5380/rrddis.v6i11.102849

Keywords:

Best Efforts Clause, Obligations de moyens, Contract Interpretation, Comparative Law

Abstract

This article analyzes "best efforts" clauses by examining their Common Law origins and their adoption within Civil Law systems. Using a qualitative, comparative-functional method, combining documentary analysis of model contracts with the review of selected precedents (U.S./Delaware, the United Kingdom, and Brazil), the study argues that these clauses impose duties of diligent conduct without binding the parties to specific outcomes, and compares their application to the “obligations de moyens” characteristic of civil law. The research demonstrates that while these clauses are extensively employed in Brazilian contractual practice, particularly in commercial and international agreements, they present interpretative challenges due to the lack of a direct equivalent in Brazil's domestic legal framework. Through an examination of both Brazilian and foreign judicial precedents, this article illustrates how courts have aligned best efforts clauses with "obligations de moyens," acknowledging their legal enforceability while establishing case-specific limitations based on the unique circumstances of each dispute.

Author Biography

Thiago Pedroso de Andrade, Advogado

Doutor em Direito Internacional pela Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Bacharel em Direito e Mestre em Direito Internacional pela Universidade Católica de Santos (UniSantos), Especialista em Educação pela Universidade para o Desenvolvimento do Estado e da Região do Pantanal (Uniderp). Advogado e consultor jurídico.

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Published

2026-07-06

How to Cite

Andrade, T. P. de. (2026). A Comparative Analysis of “Best Efforts” Clauses: The Right to “I’ll Try”?. Revista Rede De Direito Digital, Intelectual & Sociedade, 6(11), 211–250. https://doi.org/10.5380/rrddis.v6i11.102849

Issue

Section

Parte II - As novas fronteiras dos direitos intelectuais

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