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Mal de arquivo – Um desafio para a filosofia da educação?

Amarildo Luiz Trevisan, Mauricio Cristiano de Azevedo, Geraldo Antonio da Rosa

Resumo


A partir da reflexão extraída do livro “Mal de arquivo: uma impressão
freudiana”, de Jaques Derrida, o artigo pretende investigar as consequências
da metáfora de “mal de arquivo” para o campo da filosofia da educação. Por
intermédio da crença de que a tradição do reprimido se inscreve na ideia de
arquivo, procura potencializar o termo para interpretar alguns problemas
existentes no campo da relação entre filosofia e educação. Especialmente,
dirige o olhar para a forma como surge o discurso da filosofia, bem como a
dinâmica cultural que persiste em seguir certas orientações, sua autoridade
e a sua genealogia bastante presente no âmbito acadêmico contemporâneo.
A desconstrução da metafísica se soma ao trabalho da psicanálise, fazendo
o proibido aflorar à consciência, e, portanto, ao nível literal da escritura.
E assim, o acontecimento da compreensão pode auxiliar a desmobilizar a
compulsão à repetição que se instaurou no arquivo


Palavras-chave


mal de arquivo; filosofia da educação; hermenêutica.

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