PREVALENCIA DE LOS FACTORES DE RIESGO INTRÍNSECOS AL PACIENTE ASOCIADOS A CAÍDA EN LA CLÍNICA QUIRÚRGICA

Autores/as

  • Cristiane Ferraz da Silva Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro
  • Suelen Reiniack
  • Bruna de Melo Souza
  • Karinne Cristinne da Silva Cunha

DOI:

https://doi.org/10.5380/ce.v21i5.45342

Palabras clave:

Accidentes por caídas, Seguridad del paciente, Factores de riesgo, Medidas de seguridad, Enfermería.

Resumen

Fueron objetivos del estudio identificar la predominancia de los factores de riesgo de caída intrínsecos durante la internación del paciente, así como buscar los registros de caída de paciente en el periodo de enero de 2015 en una unidad de internación quirúrgica. Los participantes fueron los pacientes de la enfermería quirúrgica de un hospital en Rio de Janeiro. La investigación fue realizada de enero a marzo de 2015. Fue considerada la presencia o ausencia de los factores de riesgo intrínsecos para caída. Se registraron cinco (5,1%) casos de caída del total de 98 participantes. La asociación de los factores de riesgo del paciente que sufrió caída evidenció que 100% (5) de estos presentaban el factor de riesgo comprometimiento de la visión, 80% (4) tenían edad mayor que 65 años y anemia. El foco principal es reducir los casos de caída en el escenario de estudio de esta investigación. Por lo tanto, una investigación futura puede profundizar el asunto del desarrollo de tecnología educacional para reducir la incidencia de caída en el escenario de estudio.

Biografía del autor/a

Cristiane Ferraz da Silva, Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro

Enfermeira. Especialista em terapia intensiva, clínica médica e cirúrgica. Mestranda do Programa de Pós-graduação em Saúde e Tecnologia no Espaço Hospitalar da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro.

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Publicado

2016-08-17

Cómo citar

Silva, C. F. da, Reiniack, S., Souza, B. de M., & Cunha, K. C. da S. (2016). PREVALENCIA DE LOS FACTORES DE RIESGO INTRÍNSECOS AL PACIENTE ASOCIADOS A CAÍDA EN LA CLÍNICA QUIRÚRGICA. Cogitare Enfermagem, 21(5). https://doi.org/10.5380/ce.v21i5.45342

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ARTÍCULO ORIGINAL