Reflexões sobre plurilinguismo no Celpe-Bras
DOI:
https://doi.org/10.5380/rvx.v17i2.83775Palabras clave:
Plurilinguismo, Proficiência linguística, Celpe-Bras.Resumen
Os exames de proficiência em línguas se fazem cada vez mais presentes em instituições públicas e privadas por diversos motivos. Nesse sentido, acreditamos ser necessário analisar os exames de proficiência indicando, por exemplo, perspectivas monolíngues ou plurilíngues em suas estruturas, o que pode levar a uma melhor adequação dessas avaliações aos seus diferentes objetivos, como também no desenvolvimento de políticas linguísticas mais coerentes com as práticas sociais de língua(gem). Portanto, apresentamos neste trabalho algumas reflexões sobre a estruturação do Certificado de Proficiência em Língua Portuguesa para Estrangeiros (Celpe-Bras) a partir de seus pressupostos teóricos mais recentes. Temos como objetivo, mais especificamente, apresentar algumas postulações do Celpe-Bras, como sua concepção de língua, cultura e proficiência, para apresentar algumas interpretações sobre a possível presença de características plurilíngues nesse exame. Para isso, nos baseamos nos estudos de Henrique Monteagudo (2012), Retorta e Marochi (2018), Coste (2019), entre outros autores. Como metodologia, realizamos uma análise qualitativa-interpretativista do último Manual do Aplicador (2016) e do Documento Base do Exame Celpe-Bras (2020). Os resultados apontam que, nos documentos analisados do Celpe-Bras, não foram encontradas quaisquer menções ou aberturas para o estabelecimento da competência plurilíngue do participante que o realiza.
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