Horácio e Adélia Prado: dois momentos do carpe diem

Cristian Pagoto, Juliana Alves Barbosa Menezes, Mirele Carolina Jacomel

Resumo


A modernidade trouxe uma série de termos que ganharam o
sabor da moda: novo, originalidade, criatividade, ruptura.
Desde o Romantismo, e cada vez se intensificando mais, a
tradição literária parece estar confinada em museus; o passado,
representado pelos clássicos, tornou-se objeto de esquecimento.
Buscamos, neste artigo, demonstrar que os textos literários
modernos, muitas vezes a sua revelia, retomam temas ou
lugares-comuns da literatura clássica, os topoi. É com esse olhar
que examinamos no poema O encontro, de Adélia Prado, o
carpe diem horaciano, consagrado no poema ad Leuconoen.

Palavras-chave


Tradição; Ruptura; Carpe Diem.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v73i0.8600

Revista Letras - ISSN 0100-0888 (versão impressa) e 2236-0999 (versão eletrônica)

 

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