On Morphological compositionality

Anna Maria Di Sciullo, Meredith Landman

Resumo


Neste artigo, argumentamos que as propriedades dos pronomes
indefinidos como os quantificadores, someone e everything,
por exemplo, são derivadas pelas operações da gramática e são
interpretadas composicionalmente na interface semântica. Não
é essa a visão assumida geralmente na prática corrente, já que
nela os pronomes indefinidos são frequentemente tomados
como expressões semanticamente não decomponíveis
(KARTTUNNEN, 1976; MONTAGUE, 1974; GOENENDIJK;
STOKHOF, 1990). Apresentamos ainda outras evidências de
que a composicionalidade semântica está presente em palavras
wh do inglês, por exemplo, what e where , e de outras línguas,
como proposto em Di Sciullo (2005). Atribuímos o fato de que
a interpretação desses elementos seja derivada
composicionalmente à centralidade da composicionalidade nos
domínios morfológicos (DI SCIULLO, 2004). Mostramos as
consequências de nossa análise para as propriedades da
interface entre estrutura morfológica e semântica.

Palavras-chave


Morfologia; Semântica; Pronomes Indefinidos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v73i0.7545

Revista Letras - ISSN 0100-0888 (versão impressa) e 2236-0999 (versão eletrônica)

 

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