O Romantismo brasileiro lido por Antonio Candido

Andrea Sirihal Werkema

Resumo


O artigo retoma um texto bastante conhecido de Antonio Candido, “A educação pela noite”, para tentar apontar o que há ali de crítica que funda paradigmas de leitura, ao mesmo tempo em que limita a compreensão do Romantismo brasileiro e reafirma a sua tão propalada inadequação e/ou acriticidade. Ou seja, na leitura feita da prosa de Álvares de Azevedo, é patente a dificuldade de atribuir uma autonomia crítica a nosso Romantismo, apesar do artigo ser, sem dúvida, a maior virada interpretativa na leitura da obra azevediana até o momento.


Palavras-chave


Antonio Candido; Romantismo brasileiro; Álvares de Azevedo

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v100i0.68809

Revista Letras - ISSN 0100-0888 (versão impressa) e 2236-0999 (versão eletrônica)

 

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