O indizível manifesto: sobre a inapreensibilidade da coisa na “dura escritura” de Clarice Lispector

Alexandre Nodari

Resumo


A partir da leitura de algumas obras de Clarice Lispector, em especial A paixão segundo G.H. e Água viva, a impossibilidade da linguagem apreender a coisa é colocada sob um outro enfoque, ressaltando a continuidade ontológica entre palavras e coisas. Para tanto, mobilizam-se figuras conceituais de seus textos, tais como o intervalo, a sombra, a manifestação e o ex-possível.


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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v98i0.66898

Revista Letras - ISSN 0100-0888 (versão impressa) e 2236-0999 (versão eletrônica)

 

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