Eduardo Lourenço e a terceira margem do Brasil: um olhar português sobre o sertão

Autores

  • Edna da Silva Polese UTFPR
  • Jaqueline Koehler FARESC

DOI:

https://doi.org/10.5380/rel.v90i2.37319

Palavras-chave:

Ciências Humanas, Letras, Literatura

Resumo

O olhar português sobre o Brasil incita nosso imaginário, seja sobre questões iluminadoras ou ressentidas entre as duas nações.  Vários ensaios de Eduardo Lourenço na obra A nau de Ícaro debruçam-se sobre essas questões. Dentre essas, a leitura de “Guimarães Rosa e o terceiro sertão” proporciona esse olhar do crítico português inicialmente sobre um momento considerado fundamental para a independência de nossa literatura: a semana de Arte Moderna de 1922. Adiante, relaciona esse acontecimento a obras fundamentais que focam o espaço conhecido como sertão, misto de espaço físico e construção imaginária-simbólica.  Será na obra de Guimarães Rosa que essa construção será conduzida à hora zero, termo do utilizado pelo crítico para anunciar a importância da obra roseana.

Biografia do Autor

Edna da Silva Polese, UTFPR

Departamento Acadêmico de Comunicação e Expressão, DACEX

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Publicado

2014-10-18

Como Citar

Polese, E. da S., & Koehler, J. (2014). Eduardo Lourenço e a terceira margem do Brasil: um olhar português sobre o sertão. Revista Letras, 90(2). https://doi.org/10.5380/rel.v90i2.37319

Edição

Seção

Dossiê: Literatura, Identidade e Cultura nos Noventa Anos de Eduardo Lourenço