Ideologia, alienação e utopia: o conflito tridimensional nas novelas passionais de Camilo Castelo Branco

Autores

  • Jaime dos Reis Sant Anna Universidade Estadual de Londrina

DOI:

https://doi.org/10.5380/rel.v87i1.31324

Palavras-chave:

Literatura Portuguesa, Ideologia, Camilo Castelo Branco

Resumo

O presente artigo visa aplicar alguns conceitos marxistas, como alienação, ideologia e utopia, ao estudo de três novelas de Camilo Castelo Branco. A partir da noção destes temas em autores como Chauí, Bakhtin, Eagleton e Ricoeur, nós analisaremos e interpretaremos novelas como A Doida do Candal (1861), Amor de Perdição (1863) e, especialmente, Carlota Ângela (1858), para demonstrar que são temas recorrentes neste modelo de novela passional.

Biografia do Autor

Jaime dos Reis Sant Anna, Universidade Estadual de Londrina

Professor de Prática de Ensino de Literaturas do Departamento de Letras Vernáculas e Clássicas da Universidade Estadual de Londrina. Mestre e Doutor em Literatura Portuguesa pela FFLCH-USP. Autor de Literatura e ideologia (Ed. Novo Século, 2003) e O sagrado em Saramago (Fonte Ed., 2009).

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Como Citar

Sant Anna, J. dos R. (2013). Ideologia, alienação e utopia: o conflito tridimensional nas novelas passionais de Camilo Castelo Branco. Revista Letras, 87(1). https://doi.org/10.5380/rel.v87i1.31324

Edição

Seção

Dossiê: O tempo de Camilo - Parte I