Camilo Castelo Branco e a “paciência de um romancista que sabe do seu ofício”
DOI:
https://doi.org/10.5380/rel.v87i1.31077Palavras-chave:
Camilo Castelo Branco, narrativa, ironia.Resumo
Aparentemente “paciência” não parece estar em harmonia com a obra diversa e necessariamente ágil de Camilo Castelo Branco, sequer com o ano específico da publicação que nos ocupa (1858), o romance O que fazem mulheres, beneficiado com o provocativo subtítulo Romance filosófico. Porém, a paciente insistência do narrador-autor no jogo em que a virtude de Ludovina é o prêmio mais evidente se constitui em chave da sua própria filosofia de composição. Esse artigo valoriza um romance dentro da obra monumental de Camilo, a fim de destacar a riqueza de matizes de que era capaz seu talento literário.
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