"Rumo à mais objetiva e crédula das conclusões": o romance proustiano e a sensibilidade fim-de-século
DOI:
https://doi.org/10.5380/rel.v88i1.28056Palavras-chave:
Proust, correspondência, recepção crítica, fim-de-séculoResumo
Que relação o romance de Marcel Proust mantém com a literatura fin de siècle? A proposta deste artigo é discutir de que maneira Marcel Proust, o autor de Em busca do tempo perdido, respondeu, por sua correspondência, às críticas, realizadas especialmente por seus primeiros leitores, de que seu romance seria a obra de um amador diletante e que ele deveria ser incorporado, assim, às correntes literárias fin de siècle. Vamos discutir primeiramente o sentido da palavra diletante para Proust e seus contemporâneos e, em seguida, analisar de que maneira o romance Em busca do tempo perdido deve ser compreendido, de acordo com as cartas de seu autor, não como a obra de um diletante, mas como uma obra filosófica.
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