ÁGUA E FOGO EM ET LES CHIENS SE TAISAIENT DE AIMÉ CÉSAIR0

Thereza Domingues, Leonilde Ambrozio

Resumo


Neste trabalho estudamos o imaginário da água e do fogo napeça teatral Et les chiens se taisaient de Aimé Césaire, tomando por base a interpretação antropológica de Gilbert Durand.
Através da tragédia do último dia de um homem condenado àmorte por sua rebelião contra as infâmias impostas à sua raça por séculos de dominação branca, observamos que o sangue (água) derramado transforma-se em semente de esperança.
O "Rebelde", figura central da tragédia, purifica-se de sua falta contra a raça negra, quando se comprometeu com a cultura do branco, por meio do fogo do sofrimento.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v30i0.19385

Revista Letras - ISSN 0100-0888 (versão impressa) e 2236-0999 (versão eletrônica)

 

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