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LECTURAS, HOMBRES Y DEMOCRACIAS: LA SINGULARIDAD DEL PLURAL

Eliana Yunes

Resumo


Na pós-modernidade de individualismo e massificação, a experiencia da leitura, em sua prática solidária, com uma nova pedagogia dos afetos, substituindo a opressão das certezas prévias, pode ser um recurso extraordinário para que se construa uma ética de respeito às diferenças, onde a singularidade dos sujeitos não perca de vista a pluralidade dos enfoques e das necessidades específicas em busca da tolerância e da delicadeza que todos reclamamos.

Palavras-chave


leitura; subjetividade; narratividade

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v54i0.18804