Um defeito de cor e muitas virtudes narrativas

Marilene Weinhardt

Resumo


Um defeito de cor (2006), de Ana Maria Gonçalves, tem potencial para leitura sob diferentes perspectivas. A opção desta abordagem é lê-lo como ficção histórica, vertente romanesca que se mostrou particularmente fecunda nas últimas décadas. O estudo busca apreender como os dados históricos se inscrevem no plano ficcional, assinalando pontos de convergência com as realizações que marcaram o fim do século passado e soluções diferenciadoras em relação à produção precedente.

Palavras-chave


ficção contemporânea; ficção histórica; Ana Maria Gonçalves

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rel.v77i0.12431

Revista Letras - ISSN 0100-0888 (versão impressa) e 2236-0999 (versão eletrônica)

 

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