MORFOGÊNESE FLUVIAL DA MICROBACIA HIDROGRÁFICA COLÔNIA ANTÔNIO ALEIXO - MANAUS (AM)
DOI:
https://doi.org/10.5380/geografar.v20i2.97430Resumo
O estudo busca compreender a morfogênese fluvial da microbacia Colônia Antônio Aleixo e dos possíveis vestígios relacionados ao processo de rearranjo de rede de drenagem, por meio da análise de parâmetros morfométricos e geomorfológicos, que contribuem para interpretação desses processos. A metodologia seguiu as seguintes etapas: a) Integração do Banco de Imagens; b) Quantificação dos parâmetros Lineares, Zonais e Hipsométricos; c) Análise Morfoestrutural da MBH- Colônia Antônio Aleixo. Os parâmetros morfométricos lineares e zonais, revelam uma bacia com índice de sinuosidade (Is) 1,0 considerado baixo e apresentou um Fator de Assimetria da Bacia de Drenagem- FABD de 50,84 indicando que não houve migração lateral do canal, pois o canal é quase retilíneo, encaixado e condicionado ao controle estrutural da região. A correlação do coeficiente linear da bacia, revelou um valor de 0,898 próximo de 1. A correlação positiva entre os dados, evidenciando uma bacia arredondada e com susceptibilidade a enchentes. A análise da morfoestrutura da MBH, no alto curso recebe tensão do lineamento N50W/60SE da foz do Igarapé do Puraquequara nas coordenadas 3° 3'3.89"S e 59°55'5.90"O. No médio curso o condicionamento é recebido pelo lineamento do Igarapé dos Educandos no sentido N50E nas coordenadas 3° 4'51.60"S e 59°55'10.16"O e no baixo curso está condicionado ao lineamento da margem esquerda do rio Amazonas na direção N55E/22 nas coordenadas 3º 5’ 8,55”S e 59º 54’0.5"W. A consistência e concordância desses resultados com outros estudos de referência ressaltam sua relevância no campo dos estudos de microbacias, morfogênese e morfoestrutura da região amazônica.
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