A Ciência sai do livro e ganha vida na experimentação investigativa em uma escola de tempo integral
DOI:
https://doi.org/10.5380/ef.v1i39.103403Palavras-chave:
Educação integral, Ensino de Ciências, Experimentação, Pesquisa-ação, Autonomia estudantilResumo
Este trabalho avalia o uso da experimentação investigativa no ensino de Ciências em uma escola pública de tempo integral. O estudo propõe uma reflexão crítica sobre a implementação da educação integral no estado do Paraná, abordando suas bases históricas, legais e conceituais. Além disso, discute-se o papel da experimentação no ensino de Ciências, utilizando materiais acessíveis como estratégia para o desenvolvimento do pensamento crítico e da autonomia dos estudantes, destacando sua contribuição para a articulação entre teoria e prática. No que se refere à formação integral dos indivíduos nesse modelo de escola, observou-se um desalinhamento entre o discurso oficial das políticas públicas e a realidade cotidiana da escola, que, por vezes, não consegue desenvolver plenamente as dimensões intelectuais, sociais, culturais e emocionais dos estudantes. Já nas atividades de Práticas Experimentais, 80,8% dos alunos manifestaram satisfação ao executar os experimentos, sendo esse um indicativo positivo do processo de ensino-aprendizagem.
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