Os limites e possibilidades do cooperativismo em assentamentos da reforma agrária na região de Carajás (PA)
DOI:
https://doi.org/10.5380/re.v44iesp..92374Palabras clave:
Campesinato, Cooperativismo, Amazônia Brasileira.Resumen
As cooperativas de pequenos agricultores podem atuar como um importante instrumento para fomentar a promoção do desenvolvimento regional e viabilizar a permanência das pessoas nas suas propriedades com geração de renda e qualidade de vida. Contudo, essas práticas econômicas possuem alguns limites estruturais para alcançar os objetivos que se propõem. Diante disso, o presente artigo tem como objetivo analisar a dinâmica organizacional e produtiva do cooperativismo na região de Carajás (PA), com base nos principais desafios econômicos e organizacionais enfrentados pela Central das Cooperativas de Produção Familiar da Região Amazônica (CUIA). Para isso, em um primeiro momento é apresentado alguns aspectos do debate sobre o campesinato e o papel do cooperativismo agrário. Em seguida, é utilizada uma abordagem qualitativa baseada em entrevistas semi-estruturadas a nível individual com presidentes e membros de diretorias selecionados sem critério randômico que permite sistematizar alguns dos principais limites e potencialidades dessas experiências econômicas no território estudado, a partir de uma perspectiva crítica.
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