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PERCEPÇÕES DE MÃES NUTRIZES AO VIVENCIAREM A PREMATURIDADE NA UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

Milena Cristo Martins, Lara Mabelle Milfont Boeckmann, Manuela Costa Melo, Ana Socorro de Moura, Rita de Cássia Melão de Morais, Simone Roque Mazoni, Rejane Antonello Griboski

Resumo


Objetivo: compreender as percepções de mães nutrizes ao vivenciarem a internação de seus prematuros em unidade de terapia intensiva em um hospital público do Distrito Federal, Brasil. Método: investigação qualitativa envolvendo 11 mães nutrizes e 24 prontuários das genitoras e seus neonatos, incluindo dois gemelares. Os dados foram coletados entre setembro de 2019 e abril de 2020. Analisaram-se os dados quantitativos por meio da estatística descritiva e os qualitativos a partir da análise de conteúdo. Resultados: emergiram três categorias que envolveram a rotina hospitalar, o impacto psicossocial e familiar. Evidenciaram-se medo de complicações e da morte, insegurança, angústia, e mudanças na rotina social e familiar. Os mecanismos de apoio envolveram atendimentos psicológicos, visitas ao bebê, apoio familiar, e interação com a equipe. Conclusão: os achados contribuem para a assistência materna e neonatal ao disponibilizar aos profissionais e gestores a compreensão de aspectos da subjetividade humana que podem influenciar no cuidado


Palavras-chave


Hospitalização; Enfermagem Neonatal; Recém-Nascido Prematuro; Relações Mãe-Filho; Assistência à Saúde.



DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v27i0.80125