VIVÊNCIAS SINGULARES DE PROFISSIONAIS DE SAÚDE NA REDE E APOIO SOCIAL À CRIANÇA COM PARALISIA CEREBRAL

Meryeli Santos de Araujo Dantas, Egmar Longo, Kátia Suely Queiroz Silva Ribeiro, Maria Adelaide Silva Paredes Moreira, Altamira Pereira da Silva Reichert, Neusa Collet

Resumo


Objetivo: compreender as vivências dos profissionais de saúde na rede e apoio social à criança com
paralisia cerebral.
Metodologia: estudo descritivo, qualitativo, realizado com oito mães e uma avó em clínica escola e
instituição à pessoa com deficiência, de outubro de 2015 a maio de 2016, por meio de entrevista
semiestruturada. Interpretação balizada pela análise temática e fundamentada nos conceitos de
Emmanuel Lévinas.
Resultados: é comum estresse dos profissionais afetando a relação equipe-criança e família,
gerando desconfiança e falta de compromisso entre estes. Deposita-se confiança nos profissionais
de reabilitação e há fragilidade na relação com profissionais da Estratégia Saúde da Família.
Conclusão: as vivências dos profissionais de saúde na rede e apoio social à criança com paralisia
cerebral demonstram que esses devem respeitar as situações em que o Outro está enredado, de
modo a ajustar as metas do tratamento de acordo com a necessidade do Outro.


Palavras-chave


Paralisia cerebral; Profissionais de saúde; Cuidado da criança; Família; Apoio social.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v24i0.60866 ';



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Cogitare Enfermagem. ISSN Eletrônico: 2176-9133