PREVALÊNCIA DE FLEBITE RELACIONADA AO USO DE DISPOSITIVOS INTRAVENOSOS PERIFÉRICOS EM CRIANÇAS

Elessandra Souza Bitencourt, Camila Nunes Leal, Radamés Boostel, Verônica de Azevedo Mazza, Jorge Vinícius Cestari Felix, Edivane Pedrolo

Resumo


Objetivo: Avaliar a prevalência de flebite relacionada ao uso de dispositivos intravenosos periféricos em crianças em um hospital universitário. Método: Estudo descritivo e retrospectivo, quantitativo, com base em dados provenientes da ficha de notificação de flebite relacionada à terapia intravenosa periférica, no período de junho de 2011 a junho de 2014, da unidade de terapia intensiva pediátrica, na cidade de Curitiba-PR. Resultados: De um total de 1306 cateteres, foram notificados 339 casos de flebite (prevalência de 26%) no período de três anos. A prevalência de flebite foi de 34% nas crianças de 0 a 2 anos e de 30,2% (n=179) no sexo feminino. Quanto à classificação das flebites 82,6% (n=280) eram de Grau 1 e o tempo médio de permanência do dispositivo foi de 49,92 ± 43,19 horas. Conclusão: Os dados apresentados demonstram alta prevalência de flebite em pacientes pediátricos e a necessidade de buscar medidas que reduzam esses eventos.

Palavras-chave


Segurança do paciente; Flebite; Enfermagem pediátrica; Cateterismo venoso periférico.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v23i1.49361 ';





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