PERDA COGNITIVA E DEPENDÊNCIA FUNCIONAL EM IDOSOS LONGEVOS RESIDENTES EM INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA

Renato Novaes Chaves, Pollyanna Viana Lima, Tatiane Dias Casimiro Valença, Elaine dos Santos Santana, Maykon dos Santos Marinho, Luciana Araújo dos Reis

Resumo


O objetivo foi avaliar o grau de dependência funcional quanto às Atividades Básicas da Vida Diária e a perda cognitiva de idosos longevos residentes em duas instituições de longa permanência para idosos do interior do Estado da Bahia. Pesquisa do tipo quantitativa, transversal, realizada no ano de 2016, com 20 idosos longevos. Avaliada a cognição do entrevistado, por meio do Mini Exame do Estado Mental, a dependência funcional quanto às Atividades Básicas da Vida Diária por meio do Índice de Barthel e da Escala de Katz, e o perfil sociodemográfico. Os resultados apontaram a prevalência da faixa etária entre 80 a 85 anos (90,0%). O sexo feminino apresentou maior porcentagem de perda cognitiva (28,5%) seguido dos não alfabetizados, homens e mulheres, (37,3%). O estudo subsidia a discussão a partir do impacto que a perda cognitiva e a dependência funcional trazem para a saúde do idoso longevo.

Palavras-chave


Cognição; Longevidade; Envelhecimento; Instituição de Longa Permanência para Idosos.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v22i1.48497 ';





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Versão impressa ISSN 1414-8536 (para edições publicadas até 2014)

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