IMPACTO DO DESFECHO NEONATAL EM PUÉRPERAS DE RECÉM-NASCIDOS PORTADORES DE ANOMALIA CONGÊNITA

Julyane Vasconcelos Oliveira, Flavia Westphal, Anelise Riedel Abrahäo

Resumo


Este estudo teve por finalidade identificar em puérperas, sinais de estresse decorrentes do processo
de enfrentamento da gestação de um feto portador de anomalia congênita. Trata-se de um estudo transversal,
realizado no ambulatório de medicina fetal da Universidade Federal de São Paulo, entre janeiro e abril de
2014. Para este estudo foram utilizados dois instrumentos de coleta de dados: um formulário de identificação
sociodemográfica e de antecedentes reprodutivos e a Escala do Impacto do Evento- Revisada, aplicados a 24
puérperas. Foram identificados sinais de estresse em 62,5% das puérperas estudadas, sendo que destas, 41,7%
gestaram fetos inviáveis. Quanto ao período gestacional do diagnóstico fetal, verificou-se que 75% das mulheres
o receberam no 2º trimestre de gestação e do total, 37,5% apresentaram alta probabilidade de ter transtorno
de estresse pós-traumático. Assim, podemos supor que o diagnóstico precoce permite assistência de maior
qualidade a gestante/casal/família, favorecendo evolução pós-parto com menor estresse.


Palavras-chave


Anormalidades congênitas; Período pós-par to; Transtornos de estresse traumático; Enfermagem materno-infantil.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v20i2.39740 ';





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