RUÍDO OCUPACIONAL COMO FATOR DE RISCO PARA PERDA AUDITIVA

Áurea Otoni, Marlene Escher Boger, Anadergh Barbosa-Branco, Helena Eri Shimizu, Mariluci Alves Maftum

Resumo


Estudo de coorte histórica com corte transversal no Distrito Federal, em indústrias de diferentes funções, com

níveis de ruído acima de 85 dB(A), realizado em 2007. Objetivos: determinar a prevalência de alterações auditivas, bem

como levantamento de indicadores de PAIR, identificar a percepção de um som elevado para o indivíduo, e verificar a

presença de zumbido nessa população. A amostra foi composta de 292 trabalhadores que realizaram avaliações do limiar

auditivo precedidas de anamnese. Observou-se que 46% apresentam algum tipo de perda auditiva e que 37,33% tem

presença de zumbido. A PAIR e a idade do trabalhador são variáveis preditoras do zumbido, e quanto maior for o grau da

perda auditiva e a idade do trabalhador, maior será a percepção do sintoma. Este estudo aponta a necessidade de um

trabalho com ações preventivas e de orientação com relação ao nível elevado do som ou ruído nos ambientes de trabalho.


Palavras-chave


Perda auditiva; Ruído; Saúde dos Trabalhadores=pt; Hearing loss; Noise; Workers’ Health=en; Pérdida auditiva; Ruido; Salud de los trabajadores=es

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v13i3.12968 ';





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Versão impressa ISSN 1414-8536 (para edições publicadas até 2014)

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