Contando histórias, resgatando memórias: Arte como mediadora para o resgate de trajetórias e memórias de crianças migrantes
DOI:
https://doi.org/10.5380/rvx.v16i2.77294Palabras clave:
Infância, Migração, Memórias Afetivas, Psicologia Histórico-Cultural.Resumen
Ante o contexto migratório contemporâneo, é fundamental a elaboração de ações promotoras de desenvolvimento voltadas às especificidades da infância, considerando os impactos do deslocamento forçado nesse período da vida. Sob tal direção, a ação extensionista Pequenos do Mundo, da Universidade Federal do Paraná (UFPR), foi elaborada. No presente artigo, apresentamos e discutimos, a partir dos fundamentos da Psicologia Histórico-Cultural, a metodologia desenvolvida, valendo-se da arte em suas diferentes expressões e manifestações para o resgate e a valorização das memórias afetivas das crianças e de suas famílias, sobre cultura de origem, trajetórias e vivências. Em contraposição a um apagamento cultural sofrido em migrações involuntárias, desenvolvemos uma proposta e consequentes ações em que as crianças pudessem ouvir histórias, contar as suas e, nesse processo, se reconhecerem e reconhecerem os outros. As ações possibilitaram a elaboração simbólica e material sobre processos culturais e identitários, e, nesse processo, as crianças tomam posse para si de uma ferramenta que promove o resgate e o compartilhamento de aspectos da sua relação com seus pares e com o meio, apropriando-se e transformando suas histórias.
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