DO “EU” PARA O “OUTRO”: A ALTERIDADE COMO PRESSUPOSTO PARA UMA (RE) SIGNIFICAÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

José Querino Tavares Neto, Katya Kozicki

Resumo


Cada vez mais se torna necessárioestudar os direitos humanos, sua normatização eproteção, tomando a alteridade como instrumentode análise. O reducionismo a qualquer realidade,seja cultural, étnica, racial, religiosa etc., expõenosao etnocentrismo e a uma visão limitada dadiversidade culturas e da realidade. O conhecimentoda nossa cultura passa inevitavelmente peloconhecimento das outras culturas. A compreensãodo outro leva ao (re)conhecimento de que somosuma cultura possível entre tantas outras, evitandoa arrogância racial, econômica e política. Nestetrabalho são analisadas as perspectivas deLévinas e Derrida sobre a questão do outro e doeu (a relação face a face) com o objetivo de (re)pensar o problema dos direitos humanos nassociedades contemporâneas.

Palavras-chave


direitos humanos; constituição; alteridade; identidade; diversidade; human rights; constitution; alterity; identity; diversity

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/rfdufpr.v47i0.15735

Revista da Faculdade de Direito UFPR. ISSN: 0104-3315 (impresso) 2236-7284 (eletrônico).