PARTO E NASCIMENTO NA FRONTEIRA FRANCO-BRASILEIRA: PERCEPÇÕES DE ENFERMEIROS

Angelina Carmo Silva, Lise Maria Carvalho Mendes, Renata Simões Monteiro, Renan Alves Silva, Ana Karina Bezerra Pinheiro

Resumo


Objetivo: compreender as percepções de enfermeiros sobre a assistência ao parto e nascimento hospitalar, na fronteira franco-brasileira.
Método: estudo qualitativo, realizado com oito enfermeiros que atuavam na assistência hospitalar, em um município localizado na fronteira franco-brasileira, entre os meses de outubro e novembro de 2018. Utilizou-se da técnica de entrevista semiestruturada, gravada e transcrita analisada de forma temática fundamentada na Teoria de Cuidados.
Resultados: emergiram duas categorias: Conhecer e estar com o cliente, em que se enfatizaram o acolhimento e as orientações; Limitações à manutenção de crenças, fazer por e possibilitar, cujos principais agentes limitantes foram ausência de especialização em enfermagem obstétrica, precariedade da assistência pré-natal, diversidade cultural e gravidez na adolescência.
Conclusão: os colaboradores evidenciaram a importância de conhecer o contexto em que se insere para alicerçar o plano de cuidados. A insuficiente autonomia, mediante ausência de capacitação, foi evidenciada como fator complicador para assistência obstétrica de qualidade.


Palavras-chave


Enfermagem Obstétrica; Saúde na Fronteira; Teoria de Enfermagem; Saúde da Mulher; Áreas de Fronteira.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v25i0.67820 ';



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Cogitare Enfermagem. ISSN Eletrônico: 2176-9133