ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO: RELAÇÃO DO ESTRESSE PERCEBIDO COM VARIÁVEIS SOCIODEMOGRÁFICAS E CLÍNICAS

Cleane Rosa Ribeiro da Silva, Stella Costa Valdevino, Patrícia Serpa de Souza Batista, Jacira dos Santos Oliveira, Claudia Jeane Lopes Pimenta, Gerlania Rodrigues Salviano Ferreira, Kátia Neyla de Freitas Macedo Costa

Resumo


Objetivo: analisar a relação entre o estresse percebido com as variáveis sociodemográficas e clínicas de pessoas com sequelas de acidente vascular encefálico.
Método: estudo transversal, realizado em 160 pessoas com sequelas do acidente vascular encefálico, cadastradas em Unidades de Saúde da Família do município de João Pessoa-PB, Brasil. As informações foram coletadas por instrumento semiestruturado para obtenção dos dados sociodemográficos e clínicos, e a Escala de Estresse Percebido. A análise foi realizada por meio dos testes de Mann-Whitney e Kruskal-Wallis.
Resultados: o estresse percebido foi classificado como moderado (22,05;±10,92). Observou-se associação significativa entre o estresse com as variáveis fraqueza muscular (p=0,041), distúrbio de humor (p=0,032) e a presença de cuidador (p=0,017).
Conclusão: evidenciou-se associação significativas dos níveis elevados de estresse com as sequelas de fraqueza muscular e de distúrbio do humor, e dependência de cuidados de terceiros para a realização das atividades de vida diária.


Palavras-chave


Enfermagem; Acidente Vascular Cerebral; Estresse Psicológico; Reabilitação; Estratégia Saúde da Família.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v25i0.67268 ';



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Cogitare Enfermagem. ISSN Eletrônico: 2176-9133