RASTREIO E ENCAMINHAMENTO DE CASOS DE VIOLÊNCIA CONTRA A MULHER POR ENFERMEIRAS NA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA

Josy Cárolen Vieira de Lima, Renata Clemente dos Santos, Jessyka Chaves da Silva, Rebeca de Sousa Costa da Silva, Cláudia Maria Ramos Medeiros Souto, Rafaella Queiroga Souto, Gleicy Karine Nascimento de Araújo

Resumo


Objetivo: compreender como se realiza o rastreamento e encaminhamento de casos de violência
contra a mulher por enfermeiras da Estratégia de Saúde da Família do interior paraibano.
Método: estudo transversal, qualitativo, participando sete enfermeiras atuantes na Estratégia de
Saúde da Família, vinculadas ao distrito sanitário VI de saúde do município de Campina Grande,
Paraíba. A coleta ocorreu em setembro de 2018 e foi realizada análise de conteúdo de Bardin.
Resultados: emergiram três categorias: I - Conceitos de violência (29,3%); II - Rastreio de casos de
violência (53,7%); III - Encaminhamento de casos de violência (17,1%). Observou-se as palavras
“agressão física”, “delegacia da mulher”, “assistente social”, “psicológico”, “denunciar”, “lembrar”,
“sofrer”, “físico”.
Conclusão: as enfermeiras compreendem a violência e a consulta ginecológica serve para identificar
os casos. A pesquisa esclarece pontos de fragilidade dos serviços de saúde que dificultam o
combate à violência e demonstram a necessidade da quailficação da equipe.


Palavras-chave


Violência contra a Mulher; Violência de Gênero; Estratégia Saúde da Família; Enfermagem; Enfermagem Forense.

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DOI: http://dx.doi.org/10.5380/ce.v25i0.65579 ';



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Cogitare Enfermagem. ISSN Eletrônico: 2176-9133