Puxando parentes: agenciamentos da mistura na Terra Indígena São Jerônimo (PR)

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5380/cra.v26i2.99566

Resumen

A partir de consideraciones etnográficas, este artículo analiza la dinámica de la mistura (mezcla) entre los Kaingang, Guaraní y Xetá en el Territorio Indígena de São Jerônimo (Paraná, Brasil), antiguo asentamiento indígena del Imperio, hoy compartido por estos tres pueblos. Argumento que la mistura, como operador de alteridad local, configura un campo de parentesco posible frente a los nuevos arreglos políticos y sociales, en oposición a la noción de mestizo, inicialmente utilizada por la agencia indígena del Estado. La mistura se da a través de la lógica de puxar (tomarse a) que, considerando los cuerpos indígenas como compuestos, se manifiesta como una agencia situacional de las potencias kaingang, guaraní y xetá de las personas. Puxar revela qué potencias se activarán y eclipsarán en diferentes contextos, articulando acciones para “influir en alguien” y ser “influido por”. Más allá de los espacios residenciales, la escuela emerge como un centro privilegiado donde se manifiestan y disputan estas dinámicas del parentesco local, marcadas por la mistura y el puxar.

Biografía del autor/a

Roberta de Queiroz Hesse, USP

Roberta Hesse es doctoranda en el Programa de Postgrado en Antropología Social de la USP, máster en Antropología Social por la USP y licenciada en Ciencias Sociales por la USP. Realizó prácticas de investigación y un programa de intercambio académico de un año en la Universidad de Colonia. Actualmente trabaja como investigadora colaboradora en el «Centro de Estudios Amerindios (CEstA/USP)». También forma parte del equipo de la oficina de coordinación de Mecila (Centro Maria Sibylla Merian Convivialidade-Desigualdade na América Látina) como asistente académica desde abril de 2022.

 

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Publicado

2026-06-03

Cómo citar

de Queiroz Hesse, R. (2026). Puxando parentes: agenciamentos da mistura na Terra Indígena São Jerônimo (PR). Campos – Revista De Antropologia, 26(2). https://doi.org/10.5380/cra.v26i2.99566

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