INFLUÊNCIA DO MÉTODO DE EXTRAÇÃO NO RENDIMENTO, PERFIL PROTÉICO E SOLUBILIDADE DE CONCENTRADOS PROTÉICOS DE AMARANTO
DOI:
https://doi.org/10.5380/cep.v24i2.7492Palavras-chave:
AMARANTO, PROTEÍNAS, PERFIL ELETROFORÉTICOResumo
Foram produzidos quatro concentrados protéicos de amaranto, variando-se as condições da etapa de extração alcalina: pH 8,0/água, pH 9,0/água, pH 8,0/0,4 M NaCl e pH 9/0,4 M NaCl. Os dois últimos foram dialisados após a etapa de precipitação em pH 4,5 e neutralização para eliminação do excesso de NaCl. Foram verificadas perdas de 30-50% das proteínas nas principais etapas de obtenção do concentrado, extração em pH alcalino e precipitação no pI. Obteve-se recuperação máxima de 24% quando a extração foi realizada em pH 9/água e mínima de 11,3% em pH 8,0/0,4 M de NaCl. O perfil eletroforético das proteínas evidenciou que a fração com baixo peso molecular (albuminas) é extraída em maior proporção nas soluções 0,4 M NaCl. O perfil das proteínas presentes no resíduo da extração alcalina mostrou-se semelhante ao dos concentrados protéicos obtidos, no entanto, os extraídos em solução salina revelaram maior proporção de frações com baixo peso molecular. A solubilidade das proteínas do concentrado protéico de amaranto dependeu do método de extração, sendo verificada maior solubilidade nas extraídas em pH 9 que em pH 8.
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