Da polaridade bios-cultural à rede de sentidos – outros caminhos possíveis para a Educação Física
DOI:
https://doi.org/10.5380/jlasss.v12i1.71987Palavras-chave:
Motricidade, Rede de sentidos, Ser-motrício, Educação Física.Resumo
O ensaio aponta um possível caminho para dialogar com a polaridade entre o campo biodinâmico e o universo cultural nos estudos sobre o movimento humano e a área de Educação Física. Sem desconsiderar a importância desse debate, e partindo do pressuposto que essa temática já está superada pelo paradigma da motricidade humana, o texto reforça o convite para ampliar a compreensão da condição de ser-motrício e o desvelamento da rede de sentidos em que se encontra imerso. Ao propor esse horizonte compreensivo, defende-se a tese de que há muito mais beleza na motricidade do que está sendo possível observar, permitindo sugerir outros referenciais para a práxis educativa.
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