La manosfera como ecosistema discursivo

resentimiento, antifeminismo y masculinidades reactivas en el entorno digital

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.5380/am.v32i1.104056

Resumen

Este artículo analiza la manosfera como un ecosistema discursivo, caracterizando sus principales comunidades y los repertorios simbólicos que estructuran su actuación en los entornos digitales. Para ello, presenta una revisión bibliográfica sobre grupos como incels, redpills, MGTOW y PUAs, articulando estudios sobre masculinidades, teorías feministas y cultura digital. Los resultados muestran que estas comunidades comparten narrativas basadas en el resentimiento masculino, el antifeminismo y la naturalización de las jerarquías de género, contribuyendo a la legitimación de diferentes formas de violencia contra las mujeres.

Biografía del autor/a

Júlia Silveira de Araújo, Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ)

Doutora em Comunicação pela Universidade Federal Fluminense (UFF) com pós-doutorado em Comunicação pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ). Analista em Ciência e Tecnologia, com especialidade em Comunicação, no Instituto Nacional de Pesquisa do Pantanal (INPP), vinculado ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). Email: julia.araujo@inpp.gov.br

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Publicado

2026-07-16

Cómo citar

Silveira de Araújo, J. (2026). La manosfera como ecosistema discursivo: resentimiento, antifeminismo y masculinidades reactivas en el entorno digital. Ação Midiática – Estudos Em Comunicação, Sociedade E Cultura, 32(1). https://doi.org/10.5380/am.v32i1.104056

Número

Sección

Dossiê “Vulnerabilidades digitais & gênero: contextos e desafios contemporâneos”