Mediated reporting
Instagram’s materialities and the exposure of violence against women
DOI:
https://doi.org/10.5380/am.v32i1.104046Abstract
The exposure of experiences of violence against women on digital platforms has grown and transformed the ways of reporting and circulating narratives in the public sphere. On Instagram, victims of violence combine visual, textual, and performative elements to expose situations and perpetrators. The aim of this article is to analyze how women use the materialities of Instagram to produce public visibility for these narratives. To this end, forms of reporting mediated by the platform are identified through exploratory research and descriptive analysis, showing how Instagram’s technical resources are mobilized in posts. Finally, five analytical categories are proposed, highlighting different uses of the platform’s materialities: materialities mobilized in practices of reporting violence; strategies of evidence production; forms of narrative; production of visibility; and networks of recognition and support.
References
AQUINO, Maria Clara. Violência de gênero e violência sexual em abordagens jornalísticas para ampliação do conhecimento. Estudos de Jornalismo e Mídia, [S. l.], v. 18, 2021. p. 133-147. Disponível em: https://periodicos.ufsc.br/index.php/jornalismo/article/view/75246/46841. Acesso em: maio 2026.
AQUINO, Maria Clara. Desinformação na pandemia e feminismo de dados: violência de gênero e perspectiva feminista e interseccional. In: ENCONTRO ANUAL DA COMPÓS, 31., 2022, Imperatriz. Anais do 31º Encontro Anual da Compós. São Paulo: Compós, 2022a. Disponível em: https://proceedings.science/compos/compos-2022/trabalhos/desinformacao-na-pandemia-e-feminismo-de-dados-violencia-de-genero-e-perspectiva?lang=pt-br. Acesso em: maio 2026.
AQUINO, Maria Clara. A violência exposta em dados: como o Brasil enfrentou o aumento da violência de gênero durante a pandemia de Covid-19. In: CONGRESSO BRASILEIRO DE CIÊNCIAS DA COMUNICAÇÃO, 45., 2022, João Pessoa. Anais do 45º Congresso Brasileiro de Ciências da Comunicação. [S. l.]: Intercom, 2022b. Disponível em: https://www.portalintercom.org.br/anais/nacional2022/resumo/0806202223121362ef1f7d32f94.pdf. Acesso em: jun. 2026.
ASSOCIAÇÃO PAULISTA DE MAGISTRADOS; INSTITUTO DE PESQUISAS SOCIAIS, POLÍTICAS E ECONÔMICAS. JUSBarômetroSP: violência contra a mulher. 2. ed. [S. l.]: Apamagis; Ipespe, 2021. Disponível em: https://dossies.agenciapatriciagalvao.org.br/dados-e-fontes/pesquisa/jusbarometrosp-violencia-contra-a-mulher-2-ed-apamagis-2021/. Acesso em: mar. 2026.
BUCHER, Taina; HELMOND, Anne. The affordances of social media platforms. In: BURGESS, Jean; MARWICK, Alice; POELL, Thomas. The SAGE handbook of social media. Londres: SAGE, 2018. p. 233-253. Disponível em: http://dx.doi.org/10.4135/9781473984066.n14. Acesso em: jun. 2026.
BUCHER, Taina. If... then: algorithmic power and politics. Oxford: Oxford University Press, 2018. Disponível em: https://doi.org/10.1093/oso/9780190493028.001.0001. Acesso em: jun. 2026.
BUTLER, Judith. Quadros de guerra: quando a vida é passível de luto? Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2015.
COSTA, Sofia. Denúncias de misoginia na internet cresceram 224% no Brasil em 2025, aponta SaferNet. Núcleo Jornalismo, [S. l.], 2025. Disponível em: https://nucleo.jor.br/curtas/2026-02-10-misoginia-internet-brasil-safernet/. Acesso em: mar. 2026.
DATASENADO. Pesquisa Nacional de Violência contra a Mulher. Brasília: Instituto DataSenado, 2025. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/institucional/datasenado/materias/relatorios-de-pesquisa/pesquisa-nacional-de-violencia-contra-a-mulher-datasenado-2025. Acesso em: mar. 2026.
D’ÁVILA, Manuela. Se uma mulher não conseguiu acessar os canais de ajuda e proteção... Facebook: Manuela D’Ávila, [S. l.], 4 mar. 2026. Disponível em: https://www.facebook.com/manueladavila/videos/se-uma-mulher-n%C3%A3o-conseguiu-acessar-os-canais-de-ajuda-e-prote%C3%A7%C3%A3o-%C3%A9-porque-o-est/890660176919234/. Acesso em: jun. 2026.
DORA, Denise Dourado. Violência contra a mulher: um breve histórico no Brasil. In: VEIGA, Ana Maria; LISBOA, Teresa Kleba; WOLFF, Cristina Scheibe. Gênero e violências: diálogos interdisciplinares. Florianópolis: Edições do Bosque/CFH/UFSC, 2016.
FÓRUM BRASILEIRO DE SEGURANÇA PÚBLICA. Retrato dos feminicídios no Brasil: nota técnica Dia Internacional da Mulher. [S. l.]: Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2026. Disponível em: https://forumseguranca.org.br/wp-content/uploads/2026/03/nota-tecnica-dia-mulher-2026.pdf. Acesso em: mar. 2026.
GILLESPIE, Tarleton. A relevância dos algoritmos. Parágrafo, [S. l.], v. 6, n. 1, 2018.
GREGORI, Maria Filomena. Cenas e queixas: um estudo sobre mulheres, relações violentas e a prática feminista. São Paulo: Paz e Terra/ANPOCS, 2007.
LEMOS, André. Epistemologia da comunicação, neomaterialismo e cultura digital. Galáxia, São Paulo, n. 43, 2020. p. 54-66. Disponível em: http://dx.doi.org/10.1590/1982-25532020143970. Acesso em: mar. 2026.
MENDES, Juliana Cavilha; BECKER, Simone. Entrevista com Heleieth Saffioti. Revista Estudos Feministas, [S. l.], v. 19, n. 1, 2011. Disponível em: https://doi.org/10.1590/S0104-026X2011000100012. Acesso em: mar. 2026.
NETLAB. Misoginia no YouTube: 90% dos canais identificados em 2024 seguem disponíveis na plataforma. NetLab: Laboratório de Pesquisa da Escola de Comunicação da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Rio de Janeiro, [2026]. Disponível em: https://netlab.eco.ufrj.br/post/misoginia-no-youtube-90-dos-canais-com-mapeados-em-2024-seguem-dispon%C3%ADveis-na-plataforma. Acesso em: jun. 2026.
SAMPAIO, Rafael Cardoso; LYCARIÃO, Diógenes. Análise de conteúdo categorial: manual de aplicação. Brasília: Enap, 2021.
SANTINI, Rose Marie; SALLES, Débora; BELIN, Luciane Leopoldo; BELISÁRIO, Adriano; MATTOS, Bruno; MEDEIROS, Stéphanie Gomes; MELLO, Danielle de Pinho; GRAEL, Felipe; SEADE, Renata; BORGES, Amanda; MURAKAMI, Lucas; CARDOSO, Rafael; DAU, Erick; LOUREIRO, Felipe; YONESHIGUE, Bernardo; CARMO, Vitor do; MAIA, Felipe. “Aprenda a evitar ‘esse tipo’ de mulher”: estratégias discursivas e monetização da misoginia no YouTube. Rio de Janeiro: NetLab — Laboratório de Estudos de Internet e Redes Sociais, Universidade Federal do Rio de Janeiro, 2024. Disponível em: https://netlab.eco.ufrj.br/post/aprenda-a-evitar-esse-tipo-de-mulher-estrat%C3%A9gias-discursivas-e-monetiza%C3%A7%C3%A3o-da-misoginia-no-yout. Acesso em: mar. 2026.
SEGATO, Rita. As estruturas elementares da violência. Rio de Janeiro: Bazar do Tempo, 2025.
SOARES, Laís de Sousa Abreu; TEIXEIRA, Evandro Camargos. Dependência econômica e violência doméstica conjugal no Brasil. Planejamento e Políticas Públicas, Brasília, n. 61, 2022. p. 1-20. Disponível em: https://www.ipea.gov.br/ppp/index.php/PPP/article/view/1463/644. Acesso em: mar. 2026.
VARGES, Julia. “Um date que correu mal”: violência sexual, exposeds e agência. In: ENCONTRO ANUAL DA COMPÓS, 31., 2022, Imperatriz. Anais do 31º Encontro Anual da Compós. Campinas: Galoá, 2022. Disponível em: https://proceedings.science/compos/compos-2022/trabalhos/um-date-que-correu-mal-violencia-sexual-exposeds-e-agencia?lang=pt-br. Acesso em: jun. 2026.
VILAÇA, Graça; D’ANDRÉA, Carlos. Da manosphere à machosfera: práticas (sub)culturais masculinistas em plataformas anonimizadas. Revista Eco-Pós, [S. l.], v. 24, n. 2, 2021. Disponível em: https://doi.org/10.29146/ecopos.v24i2.27703. Acesso em: jun. 2026.
WESELOWSKI, Ana Carolina. Misoginia online: manosfera e a red pill no ambiente virtual brasileiro. Dissertação (Mestrado em Psicologia Social e Institucional) — Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, 2022. Disponível em: https://lume.ufrgs.br/handle/10183/276712. Acesso em: mar. 2026.
Published
How to Cite
Issue
Section
License
The author(s) of a text approved by reviewers give(s) automatically, and without any kind of burden, the right of first publication of the material submitted.
