Memória, Morte e Eternidade

um reencontro com Paulo Gustavo no documentário Filho da Mãe

Autores

DOI:

https://doi.org/10.5380/am.v32i1.101968

Resumo

Este artigo analisa o documentário Filho da Mãe (2022), a partir de sua capacidade de construção memorialística e de produção de identificação. Metodologicamente, realiza-se uma análise fílmica ancorada nos pressupostos teóricos de Bill Nichols (2007), Mariana Baltar (2010) e Lúcia Santaella (2001). Conclui-se que, ao expor a intimidade e memorializar a trajetória de Paulo Gustavo, um homem gay em contexto pandêmico, o documentário produz uma dimensão política da memória, contribuindo para a elaboração coletiva do luto e para a ampliação das formas de reconhecimento social.

Biografia do Autor

Lidianne Porto Moraes, Universidade Federal de Goiás / Faculdade de Informação e Comunicação

Doutoranda no Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Goiás (UFG). Email: lidianne.porto@discente.ufg.br.

Alexandre Tadeu dos Santos, Universidade Federal de Goiás (UFG)

Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de São Paulo (USP). Professor do Curso de Publicidade e Propaganda e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal de Goiás (UFG). Email: alexandre@ufg.br.

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Publicado

2026-07-16

Como Citar

Porto Moraes, L., & Tadeu dos Santos, A. (2026). Memória, Morte e Eternidade: um reencontro com Paulo Gustavo no documentário Filho da Mãe. Ação Midiática – Estudos Em Comunicação, Sociedade E Cultura, 32(1). https://doi.org/10.5380/am.v32i1.101968

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