Memória, Morte e Eternidade
um reencontro com Paulo Gustavo no documentário Filho da Mãe
DOI:
https://doi.org/10.5380/am.v32i1.101968Resumo
Este artigo analisa o documentário Filho da Mãe (2022), a partir de sua capacidade de construção memorialística e de produção de identificação. Metodologicamente, realiza-se uma análise fílmica ancorada nos pressupostos teóricos de Bill Nichols (2007), Mariana Baltar (2010) e Lúcia Santaella (2001). Conclui-se que, ao expor a intimidade e memorializar a trajetória de Paulo Gustavo, um homem gay em contexto pandêmico, o documentário produz uma dimensão política da memória, contribuindo para a elaboração coletiva do luto e para a ampliação das formas de reconhecimento social.
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