Políticas linguísticas e educacionais implícitas para a pessoa surda: Sentipensando uma educação linguística decolonial e transformativa
DOI:
https://doi.org/10.5380/rvx.v18i2.90596Palabras clave:
Políticas linguísticas e educacionais, Pessoa surda, Educação linguística, Formação docente.Resumen
Este trabalho objetiva apresentar as principais privações sofridas (ROJO, 2006) por surdos, no contexto da educação linguística, e sentipensar a formação docente inicial visando à abertura de frestas para insurgência e transformação da realidade educacional. O estudo, exploratório (GIL, 2008) e interpretativista (MOITA LOPES, 1994), envolve pesquisa bibliográfica e orienta-se pelas seguintes perguntas: 1) Quais as privações sofridas no que respeita à educação linguística de surdos em contexto de inclusão? 2) Frente às privações, que encaminhamentos docentes constituem atos de resistência em favor de uma educação linguística decolonial e transformativa? Dentre os resultados, quanto às privações sofridas, é notável a interrelação entre as representações de língua, bilinguismo, educação bilíngue e pessoa surda e as práticas educacionais, destacando-se a subalternização dos surdos e de suas práticas de linguagens e culturais, a negação de seus direitos linguísticos e a realização de um processo educacional pouco significativo e de injustiça social e epistêmica. Dentre os encaminhamentos, figura a reivindicação por transformações no campo epistemológico, em favor do multiculturalismo pós-colonial, de letramentos críticos, da orientação translíngue, de um projeto ontoepistêmico de letramento e de novas formas de pensar língua/linguagem, bilinguismo, educação bilíngue, letramento, escola, currículo, estratégias de ensino e materiais didáticos para surdos.
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