O insólito como crítica ao patriarcado no conto “La casa de azúcar”, de Silvina Ocampo
Palabras clave:
Conto, Identidade, Insólito, Silvina Ocampo.Resumen
Este artigo analisa como o insólito, categoria abarcadora de diversas expressões narrativas difusas na contemporaneidade, articula um efeito crítico ao regime patriarcal no conto “La casa de azúcar”, presente no livro La furia y otros cuentos (1959), de Silvina Ocampo. No conto, a gradual “metamorfose” (ao nível discursivo, corporal e subjetivo) da personagem feminina apresenta-se como um evento dimensionalmente fantástico e macabro, pois potencializa a irrupção de uma cotidianidade pequeno-burguesa e produz um espaço de questionamento da dominação masculina, bem como das noções de “verdadeiro” e “essencial” que moldam certa concepção de realidade.
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