O romance Douceurs du bercail (1998), da escritora senegalesa Aminata Sow Fall: Naatangué como lugar eutópico
DOI:
https://doi.org/10.5380/rvx.v17i4.86819Palabras clave:
Douceurs du bercail, Aminata Sow Fall, Utopia, EutopiaResumen
Neste artigo, apresentamos Naatangué, uma propriedade rural senegalesa que traz felicidade a muita gente, descrita no romance Douceurs du bercail (1998), de Aminata Sow Fall. Naatangué é uma palavra em wolof, língua materna de Fall, que abrange as noções de felicidade, abundância e paz (FALL, 1998, p. 197, n. 1). O nome atribuído a esse espaço remete a um lugar ideal, no qual os sentimentos ligados à felicidade, à abundância e à completude se fazem presentes. Medindo dez hectares de terra, esse “jardim” (palavra com que sua proprietária o qualifica) pode ser entendido como um lugar utópico. A partir da Utopia de More (2018) e dos estudos de Trousson (1999), Dubois (2009) e Abensour (1993), refletiremos sobre as acepções de utopia, evidenciando sua diversidade semântica, que remete tanto a outopia (não-lugar) quanto a eutopia (bom lugar). Em seguida, analisaremos alguns excertos em que Naatangué é descrita, de forma a perceber em que medida esse espaço se relaciona a um lugar eutópico (OYOUROU, 2014).
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